Vasco e Marcos Lamacchia já debatem planejamento para 2027
Com leilão da SAF marcado para esta sexta-feira (25), Lamacchia avança e já projeta futuro do Vasco da Gama.

A transição da SAF do Vasco entrou em sua fase decisiva, com a Almirante Participações, representada por Marcos Lamacchia, avançando nas tratativas para assumir o controle da empresa. O grupo apresentou um plano de investimentos considerado robusto e já trabalha nos bastidores pensando nos próximos passos do clube.
O presidente Pedrinho, inclusive, mantém conversas com Lamacchia sobre o planejamento para a temporada de 2027. A intenção é estruturar um cenário competitivo para o Vasco e reforçar o elenco, independentemente das competições que ainda serão disputadas em 2026.
O leilão da SAF está marcado para esta sexta-feira, e Lamacchia aparece à frente da disputa pela aquisição da cota máxima permitida. As negociações avançam enquanto a diretoria avalia o modelo de gestão que será adotado, com foco na estabilidade financeira e esportiva e na realização de novos investimentos no departamento de futebol.
Antes mesmo da conclusão do processo, o investidor já disponibilizou recursos ao Vasco por meio de um empréstimo. O valor antecipado deverá ser descontado posteriormente do montante final de uma eventual aquisição da SAF.
777 abre mão de disputa judicial
Paralelamente ao avanço do processo de transição, a 777 Partners decidiu abrir mão da disputa judicial que esteve no centro do conflito com o Vasco. As partes agora buscam encerrar o processo ainda na primeira instância e retirar o agravo que seria analisado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ).
A 777 havia ingressado com uma tutela cautelar na 4ª Vara Empresarial da Capital. No entanto, a empresa desistiu da medida em 3 de setembro, com a concordância do Vasco e da SAF. Na sequência, os envolvidos solicitaram a extinção do processo de origem.
O pedido, porém, ainda não foi homologado pela Justiça. Os autos estão conclusos para decisão desde 24 de agosto.
Pelo acordo firmado entre as partes, a 777 ficará responsável por eventuais custas e despesas relacionadas à tutela cautelar. Já os honorários advocatícios serão pagos individualmente por cada parte.