Tarcizo Caetano não apitará mais jogos do Vasco no Carioca

O árbitro de Bangu 2x2 Vasco da Gama, Tarcizo Caetano, ainda pode ser afastado e ser submetido a treinamento após erros no empate.

Tarcizo Pinheiro Caetano, árbitro da FERJ
Tarcizo Pinheiro Caetano, árbitro da FERJ (Foto: reprodução)

O Vasco da Gama está revoltado com a arbitragem do empate em 2×2 com o Bangu, no último domingo (29), no Estádio Mané Garrincha, pela terceira rodada do Campeonato Carioca. O árbitro Tarcizo Caetano recebeu muitas críticas pelo trabalho na partida.

Diante disso, o Gigante solicitou à Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) que o profissional não volte mais a apitar seus jogos. O intuito do Cruzmaltino é que ‘nunca mais’ apite, e a entidade acatará pelo menos na sequência da competição, segundo a ESPN.

De acordo com o portal, o banimento de Tarcizo para um clube específico não é cogitado, mas a comissão de arbitragem entende que o árbitro não poderá ser escalado para trabalhas nas próximas partidas do Gigante, por causa das polêmicas na última partida. Lembrando que no Estadual o VAR será utilizado apenas nas finais ou em clássicos.

Sabendo da insatisfação, a FERJ convidou o Gigante para uma reunião, que será representado por Lúcio Barbosa, CEO da SAF vascaína. O encontro será nesta segunda-feira (29), na sede da federação. Os lances polêmicos ainda será analisados pelo Comitê de Políticas Técnicas (COPOT) e, caso os erros sejam reconhecidos, Tarcizo será afastado e passará por treinamento sem prazo estabelecido.

Polêmicas

O Vasco reclama de alguns lances no confronto. Primeiro, coma expulsão de Jair com apenas cinco minutos do primeiro tempo, numa entrada no campo de ataque, que acredita-se ser lance para amarelo. Ainda no primeiro tempo, houve um lance semelhante de um jogador do Bangu, mas foi dado apenas o cartão amarelo.

O Gigante seguiu com um a menos até 36 do segundo tempo, quando Luiz Felipe, do Alvirrubro, foi expulso também. A falta de critérios em jogadas de falta e cartão amarelo foi outro motivo de incômodo, o que se agravou com o pênalti assinalado para o adversário, aos 58 minutos, que além da questão de ser ou não penalidade, aconteceu quando o jogo já devia ter terminado.

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