Pedro Seixas diz que 75% de São Januário será de setores populares

Vice-presidente de Obras do Vasco da Gama, Pedro Seixas chamou de ''barreira norte'' e ''barreira sul'' os setores atrás dos gols.

França Fernandes
Por França Fernandes
-  27 de agosto de 2020 às 22:00-  Atualizada em 28 de agosto de 2020 às 19:41
Estádio de São Januário
Estádio de São Januário (Foto: Genilson Araújo / Divulgação)
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O projeto de reforma de São Januário, anunciado pelo presidente do Vasco da Gama, Alexandre Campello, na última sexta-feira (21), durante a live de aniversário de 122 anos do Clube, foi debatido nesta quinta (27) na Vasco TV.

Segundo Campello, São Januário, mesmo com a modernização, continuará sendo um Caldeirão. Corroborando com o mandatário cruzmaltino, o vice-presidente de Obras e Engenharia do Vasco, Pedro Seixas, afirmou que mais da metade do novo estádio será destinada a setores populares, a quem chamou de ”barreira norte” e ”barreira sul” (atrás dos gols).

– Estamos destinando cerca de 3/4 do nosso público ao setor popular. Na Alemanha, tem a muralha amarela do (Borussia) Dortmund. Aqui não tem muralha, é barreira (risos). Já tem a barreira norte e a barreira sul para botar pressão na defesa adversária e dar aquele empurrão no nosso time – disse.

Já em relação à torcida visitante, Seixas revelou que o projeto visa garantir acessos exclusivos para os respectivos torcedores, fazendo, assim, com que o Vasco deixe de perder aproximadamente duas mil pessoas, o que acontece atualmente.

– Reservamos um canto específico para isso. A gente já pensa no projeto para evitar a perda de espaço. Hoje em São Januário a gente perde uma capacidade de dois mil torcedores porque tem que dar um afastamento. No projeto do novo estádio, a gente já pensa em acessos exclusivos para a torcida visitante – ressaltou.

A previsão é que a reforma de São Januário seja concluída no dia 21 de agosto de 2023, data em que o Vasco completará 125 anos de existência.