Pedrinho pede liberação da Justiça para leilão da SAF do Vasco
Presidente do Vasco da Gama, Pedrinho pede para a Justiça iniciar leilão para venda da SAF e fala sobre finanças do Clube.

O presidente Pedrinho segue em negociações para vendar a SAF do Vasco. Atualmente, o único interessado em adquirir as ações do Clube é o empresário Marcos Lamacchia, que está mais presente nos bastidores.
Todavia, antes de finalizar a compra da SAF do Gigante da Colina, o empresário aguarda os próximos passos, que envolve decisões da Justiça. Então, em conversa com a imprensa antes do embarque da equipe para Salvador, Pedrinho pediu que o Poder Judiciário inicie o leilão para a venda.
– Então eu peço mais uma vez encarecidamente ao Poder Judiciário que ele avalie todo o processo que foi feito desde a minha entrada na SAF, de como estava e de como está hoje, a seriedade com que nós fizemos todo o trabalho de recuperação financeira do clube – destacou Pedrinho.
Pedrinho fala sobre recuperação judicial
O presidente do Vasco ainda fez questão de ressaltar o importante trabalho que ele faz na organização das finanças do Clube. O gestor revelou que encontrou um cenário bem complicado após a saída da 777 Parners do comando da SAF. Todavia, desde que assumiu o controle, ele honrou com todos os compromissos em dia.
– Na recuperação judicial, tem todo um processo anterior que a gente precisa elaborar para que a recuperação judicial, o plano de recuperação judicial, seja aprovado. Então, pela Justiça é um termo que a gente chama de gestão de boa fé. Quando eu saio da associação, obviamente entro para a SAF, exercendo as duas funções, eu chego na SAF e encontro um cenário bem difícil, com muitas pendências. E a gente faz um mecanismo financeiro para que a gente organize todos os pagamentos. Isso é feito com muito mérito, trabalho e muito suor – disse o presidente do Vasco, que concluiu:
– Então, desde que eu entrei, a gente não atrasou nada, a gente cumpriu todos os compromissos, até compromissos que tinham sido falados com alguns atletas e não tinham colocado no contrato. Obviamente com testemunha, tivemos que refazer o contrato para cumprir aquilo que tinha sido apalavrado e não tinha sido colocado em contrato. Então, desde que eu entrei, eu prometi honrar tudo e honro até hoje.