Carlos Fonseca sobre ação no STJD: ‘O bom direito está do lado do Vasco’

O presidente do CD do Vasco da Gama, Carlos Fonseca, ainda citou o áudio do VAR para dizer que a decisão de campo não foi respeitada.

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Por Willams Meneses
-  26 de fevereiro de 2021 às 10:31-  Atualizada em 26 de fevereiro de 2021 às 10:31
Carlos Fonseca, presidente do Conselho Deliberativo do Vasco
Carlos Fonseca, presidente do Conselho Deliberativo do Vasco
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O Campeonato Brasileiro 2020 terminou com o quarto rebaixamento do Vasco da Gama à Série B em sua história. A vitória por 3×2 não foi o suficiente para salvar o Gigante, sendo que o saldo de gols foi determinante.

O Vasco chegou aos mesmos 41 pontos que o Fortaleza, as mesmas 10 vitórias, só que o Leão do Pici tinha o saldo de gols menos pior que o do Gigante (-10 contra -19). Existe, no entanto, uma chance da situação ser revertida.

Qual? O julgamento no STJD que analisará o anulação ou não da partida entre Vasco e Internacional, em São Januário, pela 36ª rodada. Sobre o caso, o presidente do Conselho Deliberativo, Carlos Fonseca, em seu Twitter, disse que o bom direito está do lado do Clube.

– O bom direito está ao lado do Vasco, que o STJD seja imune às pressões e decida com base nas regras. Se o VAR não estava funcionando deveria ter sido informado. A pressa não justifica a imprecisão. O VAR validou o gol sem confirmação técnica. A justiça deve prevalecer.

Disse Carlos Fonseca, que concluiu:

– Simplificando o caso: 1) O bandeirinha alerta que “o 13 está em posição (impedimento)”; 2) O bandeirinha não corre pro centro do campo indicando o gol; 3) O árbitro do VAR diz “Gol Legal”. E tem gente jurando que a decisão de campo foi respeitada.

O que está sendo questionado pelo Vasco é a falha do VAR na análise do primeiro gol do Internacional, marcado por Rodrigo Dourado. Na ocasião, a tecnologia estava descalibrada e não pôde ter precisão para dizer se houve ou não impedimento do volante colorado.

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