À imprensa argentina, Spinelli projeta Maracanã lotado para Vasco x Boca
Atacante argentino destacou o tamanho da torcida vascaína e afirmou que o estádio ficará cheio caso o Clube consiga jogar no Maracanã.

A possibilidade de o Vasco mandar o jogo de volta da semifinal da Sul-Americana contra o Boca Juniors no Maracanã também repercute na Argentina. Em entrevista à imprensa de seu país, o atacante Spinelli explicou aos argentinos a dimensão da torcida vascaína e mostrou confiança de que o estádio ficará lotado para o confronto.
A declaração acontece em meio à discussão sobre o local da partida. Como São Januário não atende à exigência mínima de 30 mil lugares da Conmebol para esta fase da competição, o Vasco busca uma alternativa para receber o Boca Juniors. O Maracanã é a principal opção do clube, embora ainda exista uma série de questões envolvendo a utilização do estádio.
Durante a entrevista, Spinelli foi questionado sobre a capacidade da torcida do Vasco de preencher o Maracanã. O argentino ressaltou que o tamanho da torcida cruz-maltina é grande e que não seria um problema alcançar uma alta ocupação no estádio.
– A torcida do Vasco é muito grande. O Maracanã vai estar lotado. É muito fácil para o Vasco lotar o Maracanã”, afirmou Spinelli.
A fala do atacante ganha ainda mais repercussão por ocorrer poucos dias depois de um jornalista argentino questionar justamente a capacidade do Vasco de levar um grande público ao Maracanã. O comentário havia gerado reação no Brasil, inclusive do correspondente da Globo na Argentina, Raphael Sibilla, que afirmou nas redes sociais que o Vasco conseguiria lotar o estádio com facilidade.
A expectativa em torno do confronto também tem relação com a importância da partida. O Vasco enfrentará o Boca Juniors na semifinal da Sul-Americana, com o primeiro jogo previsto para a Bombonera, em 13 de outubro, e a volta marcada para 20 de outubro, com o estádio ainda a definir.
O técnico Pedro Emanuel já declarou publicamente que gostaria de disputar a partida no Maracanã caso São Januário não pudesse receber o duelo. Para o português, o estádio é uma espécie de “segunda casa” do Vasco e um local onde a torcida também se sente identificada.