Vegetti admite incômodo com reserva, mas prioriza título do Vasco

Autor de um dos gols do Vasco da Gama na semifinal, Vegetti analisa condição como reserva no Clube e fala sobre importância do grupo.

Vegetti comemora gol contra o Fluminense
Vegetti comemora gol contra o Fluminense (Foto: André Durão)

O atacante Pablo Vegetti comentou sobre o status de reserva no Vasco após o empate sem gols com o Corinthians na noite dessa quarta-feira (17), na Neo Quimica Arena, em São Paulo. O jogador de 37 anos entrou na partida aos 34 minutos do segundo tempo, no lugar de Nuno Moreira.

A última vez que Vegetti iniciou uma partida como titular do Vasco foi na goleada sofrida para o Atlético por 5 a 0 no último dia 7, na Arena MRV, em Belo Horizonte, pelo Campeonato Brasileiro. O atacante, inclusive, foi substituído aos 35 minutos de partida após o Cruzmaltino ter um jogador expulso. O argentino saiu revoltado de campo na oportunidade.

“Eu sempre digo que para mim, primeiro, é o Vasco. É o treinador que decide e eu respeito muito. Sempre respeitei e sempre vou respeitar. Estou muito feliz aqui, muito feliz neste clube, e para mim não há coisa maior do que conseguir o que estamos perto de conseguir. Se eu tiver que ficar no banco para a gente conseguir essa taça, não tenho problema nenhum”, disse o atacante na zona mista.

O atacante, em seguida, foi mais direto e deixou claro que se incomoda com a reserva, em especial durante partidas decisivas como a final da Copa do Brasil.

“Claro, sim, porque todo mundo quer, não só eu. Todos os meus companheiros que estão no banco de reservas, 20, 25 jogadores, querem entrar/jogar. Tive um ano maravilhoso em nível pessoal, em relação à forma física. Sabem que posso ajudar em qualquer momento”, disse.

Embora seja reserva, Vegetti marcou o gol da classificação do Vasco para a final, contra o Fluminense, no Maracanã.

“Me coube fazer um gol contra o Fluminense, e estar ligado, estar pronto quando o treinador precisar de mim, seja qual for o momento. Eu sempre digo que quando há a possibilidade de conquistar coisas, não é um jogador, é todo o mundo. E se todo mundo entende isso em um clube tão grande como o Vasco, claro, as coisas vão dar certo, como estão dando certo agora”, concluiu.

Fonte: Itatiaia

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