Renato Gaúcho mantém Brasileiro como prioridade e explica estratégia do Vasco
Renato Gaúcho explicou a estratégia do Vasco para dividir atenções entre Brasileirão, Copa do Brasil e Sul-Americana.

O técnico Renato Gaúcho deixou claro que o Campeonato Brasileiro segue como prioridade no Vasco, mesmo com o Clube vivo na Copa do Brasil e na Sul-Americana. Após a classificação da equipe, o treinador destacou a necessidade de equilíbrio para administrar o elenco ao longo da temporada.
– Nunca podemos deixar o Campeonato Brasileiro de lado. A Copa do Brasil não derruba, a Sul-Americana também não. Temos que ser inteligentes – afirmou.
Renato explicou que as decisões sobre preservação de jogadores são tomadas em conjunto com a diretoria e a comissão técnica, pensando no planejamento do Clube a longo prazo.
– Troco ideias com o presidente, com o Felipe, com o Admar. A decisão não é só minha. Entramos em todas as competições para ganhar. Se poupamos, é para não termos prejuízos mais na frente.
O treinador também valorizou a evolução do Vasco desde sua chegada e ressaltou o momento vivido pela equipe no Brasileirão.
– Quando cheguei aqui, o Vasco tinha um ponto. Hoje, o Vasco é o oitavo, com 20 pontos. E pegamos o G-5. Esse grupo tem méritos.
Apesar da boa fase, Renato evitou criar expectativas exageradas e pediu paciência ao torcedor cruzmaltino.
– O torcedor quer ser campeão? Eu também. Trabalho para isso, mas não vamos colocar uma faixa no peito da noite para o dia.
O comandante analisou a classificação do Vasco e ainda citou a eliminação do São Paulo para o Juventude como exemplo do equilíbrio do futebol brasileiro atual e reforçou a confiança na sequência da temporada.
– Classificamos na Copa do Brasil e estamos bem no Brasileirão. Precisamos melhorar? Sim. Mas, em comparação com o que estava, o Vasco está bem demais.
Por fim, Renato demonstrou confiança na campanha vascaína na Sul-Americana e disse compreender o sentimento da torcida.
– Temos mais dois jogos na Sul-Americana e tenho quase certeza que vamos classificar. Eu converso com o torcedor na rua, vejo o sofrimento e estou sofrendo junto, mas vamos degrau a degrau.