Primeira resposta aos rubro-negros (ou roubo-negros) da imprensa
Entrou para a história em 2014, exposta pelo então goleiro Felipe ao término da partida em que o Flamengo levantou a taça com uma lafranhagem.
A partida entre Vasco e Nova Iguaçu terminou e a imprensa roubo-negra pôs o seu bloco na rua. Primeiro, com uma matéria do UOL, daquelas plantadas em que se “esconde” o nome de quem deu a declaração (talvez até por ninguém ter declarado nada), na qual se citava que o Flamengo teme que no jogo do próximo domingo diante do Vasco se marque um pênalti contra ele. Velha prática roubo-negra e da mídia roubo-negra, que tem por intenção pautar a arbitragem antecipadamente. Assim, qualquer pênalti – ainda que existente – fará com que o juiz da partida redobre um procedimento corriqueiro em jogos em que está em campo o Flamengo e pense, em vez de duas, quatro vezes antes de qualquer marcação.
Hoje, o capitão do time de colunistas-torcedores-flamenguistas do jornal O Globo entra em cena com o mesmo objetivo. Volta a falar de aliança política entre os presidentes da Federação e do Vasco para pressionar a arbitragem da partida do próximo domingo. Esbraveja com a jogada que resultou em pênalti diante do Bonsucesso e vai além, dizendo que a partir de agora qualquer lance duvidoso a favor do Vasco será vista como “mais uma” manobra da Federação.
Sem ir muito longe. Não foi preciso haver aliança entre o presidente da Federação e o Flamengo para a arbitragem confirmar o gol de empate do Flamengo frente ao Madureira neste campeonato de 2015, em bola que não entrou. Hoje, o Flamengo seria quarto colocado e teria a sua classificação seriamente ameaçada. Não foi preciso haver aliança entre o presidente da Federação e o Flamengo para que a arbitragem não enxergasse, a 3 metros de distância do lance, uma bola que entrou no gol roubo-negro meio metro, na partida entre Vasco x Flamengo da fase classificatória do Estadual 2014. Não foi preciso haver aliança entre o presidente da Federação e o Flamengo para que a arbitragem não enxergasse um gol assinalado por um jogador roubo-negro impedido por um metro e meio, último minuto da final do mesmo campeonato disputado entre Vasco x Flamengo, quando o Vasco vencia por 1×0. Isso sem esquecermos do Brasileiro de 2013, quando o Flamengo deveria cair para a segunda divisão e uma mutreta, com suspeita de pagamento/recebimento de propina, fez com que a queda fosse a da Portuguesa-SP.
Assim sendo, pouco se precisa raciocinar para descobrir que os colunistas-torcedores de O Globo, a imprensa que simpatiza com o roubo-negro e evidentemente os dirigentes do clube acreditam piamente na teoria que entrou para a história em 2014, exposta pelo então goleiro Felipe ao término da partida em que o Flamengo levantou a taça com uma lafranhagem: “roubado é mais gostoso”. Mas só nos olhos dos outros.
Não obstante, tais declarações, matérias, colunas e afirmações devem encher de brios os jogadores do Vasco, pois têm por intenção, também, desvalorizar a bela campanha que o time faz, desmerecer os feitos do (também dito por eles) “time fraco” do Vasco e abrir caminho para mais um campeonato conquistado pelo Flamengo na mão grande, na tunga, no assalto. Assim, tapem a boca dessa gente que os desqualifica: aplicação, garra e demonstração de que o que incomoda este pessoal, na verdade, é o ressurgimento do Vasco como clube de primeira linha.
Casaca