Filho de dono da Crefisa pode comprar a SAF do Vasco

A diretoria do Vasco da Gama negocia com o empresário Marco Lamacchia a compra de 70% a 90% da SAF do Clube.

Pedrinho em entrevista coletiva
Pedrinho em entrevista coletiva (Foto: Dikran Sahagian/Vasco)

O Vasco da Gama tem conversas avançadas para a venda de sua SAF, e o nome de Marco Lamacchia surge como o principal interessado no negócio. Após a frustração recente na Copa do Brasil, o Clube pode viver um novo momento a partir de 2026, com a possibilidade de um investimento robusto que mude o patamar esportivo e financeiro do Gigante da Colina.

Herdeiro do Banco Real e empresário com atuação em diversos setores, Marco Lamacchia é filho de José Roberto Lamacchia, proprietário da Crefisa. Ele lidera as negociações para adquirir o controle da SAF do Vasco, enxergando o Clube como uma potência mundial e estratégica no cenário do futebol.

Segundo noticiou o jornalista Lucas Pedrosa, a diretoria vascaína, comandada pelo presidente Pedrinho, mantém reuniões frequentes com representantes do empresário. Entre encontros virtuais e presenciais no Rio de Janeiro, temas como investimento em infraestrutura, fortalecimento do patrimônio, aporte no futebol e continuidade da reconstrução do clube estiveram em pauta.

Em contato com a reportagem, José Roberto Lamacchia comentou o assunto e demonstrou confiança no filho.

– Eu não estou participando, mas se o Marco, que é um empresário de sucesso, tem a intenção de entrar no futebol do Vasco, pode ter certeza que estará em ótimas mãos, afirmou o dono da Crefisa.

O projeto em discussão prevê um investimento superior a R$ 2 bilhões ao longo dos próximos cinco anos. A tendência é que seja assinado, nas próximas semanas, um memorando de entendimento (MOU), formalizando a intenção de compra. Marco Lamacchia já assinou um NDA e analisa documentos financeiros detalhados do Cruzmaltino.

A negociação envolve a aquisição de 70% a 90% da SAF, mantendo uma parte sob controle da associação. Com as finanças organizadas, recuperação judicial homologada e novos acordos comerciais em andamento, a entrada de um novo investidor pode gerar impacto direto já a partir de 2026, colocando o Vasco em um caminho de crescimento sustentável.

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