Felipe analisa atuação do Vasco em empate contra o Atlético-GO; veja a entrevista coletiva

Felipe afirmou que gol cedo do Atlético-GO tirou confiança dos jogadores do Vasco e valorizou a reação no empate.

Felipe durante entrevista coletiva
Felipe durante entrevista coletiva (Foto: Reprodução/Vasco TV)

Na primeira partida sob o comando de Felipe, o Vasco empatou com o Atlético-GO em São Januário em 2 a 2, neste sábado. Em entrevista coletiva após a partida, a primeira entrevista do diretor técnico e agora técnico interino desde junho, o treinador disse que o adversário jogou sem pressão e tirou a confiança da equipe vascaína com o gol cedo.

— Sair atrás do placar é muito ruim, o Atlético jogou sem responsabilidade nenhuma, já caiu. Criamos algumas oportunidades, depois de sofrer o gol o desgaste é muito grande. Jogadores ficam sem confiança. A reação no segundo tempo é muito válida. Esperamos que seja disso para melhor.

Felipe optou por mudanças na escalação inicial do Vasco, como Rayan, Alegria, Coutinho e Puma entre os titulares. O treinador interino afirmou que a equipe não entrou com o mesmo esquema das partidas com Rafael Paiva.

— Se olhar direito, a gente não fez 4-3-3. Independentemente da organização, em alguns momentos Rayan por dentro, o Alegria por fora. Ou o contrário. Sair atrás no placar é muito ruim, jogadores jovens, às vezes com pouca confiança. A gente foi ganhando confiança, sair atrás tem esse desgaste natural. Importante é que o segundo tempo foi muito bom, esperamos manter esse nível.

Felipe disse que o Vasco começou bem a partida, de forma organizada, e que se desorganizou após o gol sofrido no primeiro tempo. O treinador interino disse que o time melhorou depois que Alex Teixeira e Payet entraram na partida no intervalo, em um segundo tempo “muito bom”, segundo o técnico.

— O time até começou bem, nos primeiros dez minutos antes de sofrer o gol. Mais organizados, criando algumas oportunidades. A do Rayan, se não me engano, de pé direito, o cruzamento do Puma. Depois que você sofre o gol e está na obrigação de correr atrás, você começa a se desorganizar um pouquinho. O primeiro tempo, depois que sofremos o gol, foi muito ruim. Fizemos uma mexida no intervalo que acabou melhorando bastante, as entradas do Alex (Teixeira), do Payet. Tivemos um pouco mais de posse de bola, mais organizados por dentro. Eles baixaram a linha e ficou um pouco complicado furar esse bloqueio, mas o segundo tempo realmente foi muito bom. Correr atrás quando o adversário faz 2 a 0… A gente tem que tirar proveito disso.

— Esperamos do segundo tempo pra cima; um time organizado, trabalhando bem a bola. Procurar usar o lado do campo pra que a gente tenha mais presença de área. O Vegetti é um jogador que precisa bastante de jogadas de linha de fundo, vamos tentar trabalhar nesse sentido pra que a gente possa criar mais oportunidades nesse sentido.

Veja outros trechos da coletiva

Queda vertiginosa do Piton

— Complicado falar de um jogador específico, o Piton tem bastante assistências no campeonato, é muito importante para a equipe. Ele estava sentindo um pouco o pé, mas não foi por isso que saiu. Mas é muito importante para a equipe. No somatório, não só o Piton, mas os demais jogadores precisam readquirir a confiança. Hoje teve Alex, que foi muito bem, estava tendo pouca minutagem. Difícil jogar com adversário que não tem mais responsabilidade. Foi complicado no primeiro tempo, no segundo conseguimos melhorar bastante. Teve a bola no travessão do Vegetti. Se aquela bola entra, mudaria o cenário do jogo.

Pensando em mudança de estrutura?

— No primeiro tempo, colocamos o Piton lá na linha (de ataque). Jogou mais agudo que no segundo tempo, Alegria veio por dentro. Depois fizemos a troca, colocamos o Puma por fora e o Rayan por dentro. Mas com certeza precisamos evoluir. Piton não estava no melhor dia dele. Precisamos caprichar mais no último terço, no um contra um. Piton não teve atuação brilhante, mas é um jogador importante para nós.

Rayan está bem?

— Ele teve um choque de cabeça. Espero que não seja nada demais. O doutor falou que ele não sabia onde estava, desacordou rapidamente. Achamos melhor e prudente fazer a troca. Espero que não seja nada demais.

Ausências na lista de relacionados

— Opção. Galdames vinha sendo relacionado, o Rojas também, mas quem voltou de suspensão foi o Cocão. Hugo e Cocão jogaram muito mais vezes. O Emerson ficou fora, hoje a gente optou pelo Alegria, que vinha treinando relativamente bem. Mas não tem nada a ver com planejamento de 2025, não. São jogadores que mereceram, trabalharam bastante. A gente também optou por relacionar o Luiz Gustavo, que está pronto, aguardando uma oportunidade. Então foi uma questão técnica.

Alegria

— Garoto destacou no sub-20, vem treinando bem, evoluindo. Optamos por ele para ter velocidade do lado do campo, jogador jovem, promissor. Ele acabou fazendo uma boa partida. Em alguns momentos ele pode jogar muito melhor do que se apresentou. Como primeiro jogo, fez boa partida, se movimentou. É um jovem que tem um grande futuro pela frente.

Como encontrou o elenco e análise das substituições

— Você vir de quatro derrotas é muito ruim, um jogo dentro de casa. Procuramos trabalhar durante a semana não só a parte tática, mas também o mental dos atletas. Você vir de quatro derrotas, sofrer dois gols e ter que correr atrás não é fácil. No primeiro tempo, a equipe criou algumas oportunidades, não muitas. Depois das entradas do Alex (Teixeira) e do Payet, ganhamos em qualidade por dentro, porque o bloco ficou muito fechado. Mais presença de área juntamente com o Vegetti. O que tiramos de lição é que o segundo tempo foi muito bom. O time ganhou mais mobilidade com a entrada do Maxime, que é um jogador com esse jogo associativo melhor. A gente espera poder continuidade a esses atletas para, contra o Atlético-MG, conseguir os três pontos.

Assista à entrevista

Fonte: Globo Esporte

6 comentários
  • Responder

    Passando para registrar a minha frustração, continuamos sem treinador, sem bons zagueiros e um péssima administração.
    Lamentável, mais um ano perdido.

  • Responder

    Gostaria de saber pq toda vez que o muda de técnico o treinador insiste com íngua chamada rayan o é uma alma penada, um morto vivo tudo culpa do Felipe. O time do vasco fácil montar Leo jardim, Maicon, João Vitor, Paulo Henrique, piton, Hugo, sforza, Coutinho, e os ponta Emerson Rodrigues e pulmita e na frente vegetti é esse o time e não que inventar mais nada seu burro.

  • Responder

    Fraqueza do Felipe. Trocar o treinador e manter basicamente o mesmo time é fogo. Criticar Pitom quando mantém um Léo Pelé no time é pedir para ser criticado. Está na hora de trocar o time. Se vai fazer girar alguém é tirar o pior zagueiro (se é que se pode chamar assim) do campeonato.

  • Responder

    Alguém precisa avisar para o Pedrinho q o Vasco está disputando um campeonato de futebol MASCULINO, de homens q honram a camisa do clube vestem, q disputam uma bola dividida com outros homens.
    Talvez esse time dele esteja disputando o campeonato errado.
    TIME FOFO.
    VASCO É UMA VERGONHA.

  • Responder

    Tendo em vista o que o Atlético jogou contra do Botafogo, apesar da derrota, Sonhar om uma Vitória contra ele não passa de um sonho e nada mais! O que necessitamos é de um técnico capaz de organizar o time, de uma diretoria capaz de buscar no mercado um investidor a altura daquele que o Botafogo conseguiu e de uma equipe técnica capaz de buscar no mercado jogadores que realmente jogam futebol! O Vasco, desde o fim do mandato do Calçada tornou-se a alegria dos adversários, com raros momentos de lucidez!

    • Time fraco demais.

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