Diniz foi expulso? Veja a súmula de Vasco x Corinthians

Técnico do Vasco da Gama, Fernando Diniz reclamou muito da arbitragem de Wilton Pereira Sampaio na final da Copa do Brasil.

Diniz lamenta derrota do Vasco para o Corinthians
Diniz lamenta derrota do Vasco para o Corinthians (Foto: André Durão)

O treinador do Vasco, Fernando Diniz, não foi expulso ao final da partida entre Vasco e Corinthians, pela Copa do Brasil, apesar da impressão causada nos minutos finais do confronto. Aos 51 minutos do segundo tempo, após uma confusão no banco de reservas do Corinthians, o árbitro Wilton Pereira Sampaio mostrou um cartão vermelho que aparentou ser direcionado ao treinador vascaíno, gerando confusão entre jogadores, comissão técnica e o público.

A súmula esclareceu o lance e indicou que o cartão vermelho foi aplicado ao auxiliar técnico do Corinthians, Raony Thadeu da Silva Siqueira Goiana. Segundo o árbitro, o integrante da comissão corintiana foi punido por “chutar a bola de forma abusiva e em forma de protesto para dentro do campo, retardando o reinício de jogo”.

Na entrevista coletiva, ao ser questionado sobre essa confusão, Diniz afirmou que não sabia de nenhuma expulsão e explicou por que permaneceu em campo até o apito final.

– Eu nem sabia que tinha expulso. Eu fui expulso? Ele (Wilton) estava mais entrevistando os jogadores do que apitando. Ninguém cobra. Eu falei isso para ele e vai estar na súmula porque acho que ele não é mentiroso. Falei que não era programa de entrevista, era para ter de jogo – disse o treinador.

O técnico do Vasco também fez duras críticas à forma como a arbitragem administrou a partida, especialmente em relação às paralisações.

– Toda hora que tinha bola parada ele conversava. Ele picotou o jogo todo, o Corinthians fez cera o jogo todo e ele não deu um amarelo. Não ter jogo para ele é bom porque ele fica com menos chance de errar. Toda bola parada o Corinthians demorava para bater e ele chamava capitão, conversava… Ele conversou muito mais que apitou. Como que vai ajudar? Para ajudar, tem que ter jogo. Independente de estar ganhando ou empatando. Os critérios são totalmente opostos. Se pegar a arbitragem do Claus contra o Fluminense parece que são árbitros de outros países. O gol do Vegetti provavelmente hoje não aconteceria. Ele não queria jogo – completou.

Fonte: Lance!

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