Diego Ribas analisa saída de Coutinho do Vasco
O ex-meia Diego Ribas ainda comparou sua trajetória no Rio de Janeiro à de Philippe Coutinho, que deixou o Vasco.

A situação de Philippe Coutinho no Vasco segue dando o que falar. Nesta semana, o meio-campista solicitou à diretoria do clube sua rescisão contratual, confirmada publicamente pelas redes sociais cruz-maltinas na sexta-feira (20), e encerrou a segunda passagem, que havia se iniciado em 2024.
Durante o Rio Open, evento de tênis anual no Jockey Club Brasileiro, o Lance! conversou com o ex-meia Diego Ribas, ídolo do rival Flamengo. Os dois estiveram juntos na Seleção Brasileira durante a era Tite, em 2017, e comparou sua trajetória no Rio de Janeiro à de Philippe.
— Antes de tudo, muito respeito. É muito pessoal. Já estive com o Coutinho na Seleção e respeito muito a história dele no futebol. Não sei os bastidores, como foi o dia a dia dele, não sei o que está acontecendo, mas posso falar por mim. Eu vim para o Brasil preparado, sabia o desafio que iria enfrentar. O projeto que tinha pela frente exigiria uma pressão grande, mas decidi encarar – analisou Diego Ribas.
Coutinho decidiu deixar o Vasco após momentos turbulentos, passando por críticas e até hostilidade por parte da torcida em jogos de resultados negativos. Curiosamente, Diego passou pelo mesmo processo com a camisa do Flamengo, principalmente em 2018, com protestos de aficionados e princípios de agressão em aeroportos, mas deu a volta por cima e, como capitão, conquistou 12 títulos pelo Mais Querido.
— Independente de qualquer coisa, eu faria tudo de novo. Foi uma situação difícil, delicada, e não desejo para ninguém, mas é preciso que se respeite mais os atletas. Mas se fosse necessário enfrentar esse tipo de situação para alcançar meus sonhos, faria tudo de novo. Desejo tudo de bom para o Coutinho, que ele se encontre em outro clube e volte a jogar seu futebol — concluiu o ex-jogador.
Fonte: Lance!
Ele deveria esperar a conclusão do contrato e pedir para sair. Não aprovo a decisão dele de deixar o clube que o recebeu como um super craque criada casa. A Barreira o recebeu como um filho que retornava a casa. No momento de pressão, que todo profissional sofre ele deixou o clube na mão. E, sinceramente, ele não está jogando nada. Resumindo, destruiu a imagem dele junto aos torcedores e o clube. Não é a toa que o Roberto Dinamite continua e sempre será o maior ídolo do Vasco. Será que o Coutinho não entende que todos os craques do Vasco, até o Dinamite, passaram por isso, porém estes não deixaram o clube na mão.