Lazaroni analisa derrota do Vasco contra o Santos; veja a entrevista coletiva

O técnico interino Bruno Lazaroni afirmou que faltou eficácia para o Vasco da Gama vencer o Santos na Vila Belmiro.

Bruno Lazaroni em entrevista pelo Vasco
Bruno Lazaroni em entrevista pelo Vasco (Foto: Reprodução/VascoTV)

Técnico interino do Vasco depois da demissão de Fernando Diniz, Bruno Lazaroni comandou a equipe pela primeira vez na derrota por 2 a 1 para o Santos na noite desta quinta-feira, em jogo da quarta rodada do Brasileirão. Para ele, faltou eficácia para o seu time na Vila Belmiro.

Lazaroni citou o gol perdido por Nuno Moreira logo no início da partida para justificar sua opinião. No lance, aos nove minutos do primeiro tempo, o português saiu na cara de Gabriel Brazão, mas finalizou na perna do goleiro santista.

“Tivemos números melhores em todos os aspectos, mas pecamos em eficácia. Tivemos uma oportunidade muito parecida com o segundo gol do Santos. Não fizemos, mas eles fizeram”, resumiu ele na coletiva.

Sem tempo a perder, o Vasco precisa voltar as atenções para o clássico decisivo de domingo, contra o Fluminense, pelo jogo de volta da semifinal do Campeonato Carioca. Na ida, o Flu venceu por 1 a 0.

Para Lazaroni, essa é a oportunidade perfeita para a “virada de chave” dos seus jogadores.

– Os jogadores são capazes, temos um grupo bom, jogadores comprometidos. Da mesma maneira que, no ano passado, na Copa do Brasil, a gente saiu em vantagem no primeiro jogo e eles foram e reverteram a vantagem no segundo jogo, acabou que a gente passou nos pênaltis. A gente tem totais condições. É uma boa oportunidade. Às vezes quando você perde um jogo como foi o de hoje, às vezes é bom ter uma oportunidade tão cedo para os jogadores mostrarem, para terem uma virada de chave nesse sentido – disse.

Vasco e Fluminense se enfrentam no domingo, às 18h (de Brasília), no Maracanã.

Leia outros trechos da coletiva de Bruno Lazaroni

Momento ruim do Vasco

– A gente vem trabalhando. Não tem como negar isso, os jogadores têm trabalhado e sentido isso. Temos nos cobrado internamente. É um momento de reflexão para tentarmos superar com a força do grupo. Já mostraram que são capazes. É um momento de transição. Saíram três grandes referências da equipe: Rayan, Vegetti e Coutinho. O Vegetti e o Rayan foram responsáveis por mais de 50% dos nossos gols. Vieram outros jogadores, que são capazes de assumir esse protagonismo. Quando tivermos a primeira vitória, as coisas vão deslanchar.

Rodagem do elenco

— Quanto mais competitividade interna tivermos, é melhor. Quanto mais jogadores, em todas as posições, parecidos ou com nível de excelência bom, é fundamental para a equipe. Eu acredito muito na competição interna para, depois, gerar mais competitividade. Para quem estiver melhor no momento poder jogar com mais regularidade.

Como fazer Brener e Spinelli renderem?

— São jogadores que vieram de contextos diferentes, estavam precisando de uma readaptação em diversas situações. O Brener vem de EUA e Europa, está há um bom tempo fora do país. Ele não estava treinado, estava vindo de férias. Quando chegou para a gente, estava em nível físico inferior ao dos outros jogadores. O Spinelli, quando chegou, vinha de pré-temporada com o Del Valle, mas ainda não havia jogado. Então são jogadores que estão trocando pneu com a competição rolando. A gente confia muito neles. Em certo momento as coisas vão se encaixar e eles vão ser os protagonistas que a gente espera.

Pressão pelo momento ruim

— Quando você veste a camisa do Vasco, a pressão vai existir sempre. Não tem como falar muito nesse sentido. Os jogadores sabem a grandeza do clube, que não pode estar nessa situação na tabela. Então faz parte da pressão do futebol, eles estão cobertos de razão de estarem chateados e revoltados. Cabe a nós superar esse momento ruim e voltar a dar alegria para eles

Como se sente assumindo a equipe neste momento?

— Ter essa oportunidade de dirigir o Vasco em uma competição nacional é uma grande oportunidade para mim. Não só para mim, mas para todos os jogadores que estiveram aqui hoje. Eles lutaram, correram, se dedicaram, mas não tem outro jeito a não ser encontrar soluções internamente para superar esse momento.

Assista à entrevista

Entrevista coletiva de Bruno Lazaroni (Fonte: Vasco TV)

Fonte: Globo Esporte

1 comentário
  • O VASCO está virando um time de Várzea.
    Qualquer um assume o comando como Técnico.
    Incrível o como Ele mexeu no segundo tempo.
    O jogo estava fluindo pelo lado esquerdo com o GOMEZ no primeiro tempo.
    Fez o segundo gool foi um tal de colocar atacante pensando que isso ia resolver alguma coisa. Assim não nem pra torcer
    Esse MARINO não sei não. ???????
    Não fica inventado.
    Renato Gaúcho
    Cuca
    Jorginho
    Alguém que tenha experiência urgente.

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