Bap barra negociação de Everton Cebolinha com o Vasco
Presidente do Flamengo, Bap rejeitou a possibilidade de negociar o atacante Everton Cebolinha com o Vasco da Gama.

O Vasco monitora a situação do atacante Everton Cebolinha e avalia a possibilidade de contar com o jogador para a próxima temporada. Atualmente no Flamengo, o atleta tem vínculo com o Clube até dezembro de 2026 e já comunicou que não pretende renovar seu contrato.
A movimentação Cruzmaltina ocorre em meio ao interesse de outras equipes do futebol brasileiro. Times como Grêmio, Fluminense, São Paulo e Atlético-MG também procuraram representantes do atacante para obter informações sobre seu futuro.
Um dos fatores que aproximam o nome de Cebolinha do Vasco é a relação com o técnico Renato Gaúcho. Os dois trabalharam juntos no Grêmio entre 2016 e 2020, período em que conquistaram títulos importantes. O treinador teria sinalizado positivamente para uma eventual investida da diretoria vascaína.
Apesar de não estar entre as principais opções do técnico Leonardo Jardim, o Flamengo não demonstra interesse em facilitar a saída do atacante antes do encerramento de seu contrato. A diretoria rubro-negra trabalha com a possibilidade de liberar o jogador apenas ao término do vínculo, em 31 de dezembro de 2026.
Everton Cebolinha está apto a assinar um pré-contrato com qualquer equipe para defender um novo clube a partir de janeiro de 2027. O Vasco precisaria negociar apenas com o staff do atleta. Entretanto, caso queira contar com o atacante já a partir de julho, seria necessário chegar a um acordo financeiro com o Flamengo.
Outro obstáculo para uma possível negociação envolve a relação entre os dirigentes dos dois Clubes. O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista não pretende negociar jogadores com o Vasco, mesmo diante de uma eventual proposta financeira considerada satisfatória.
Nos bastidores, o clima entre as diretorias tem sido marcado por divergências recentes. Bap demonstrou insatisfação com a possibilidade de Marcos Lamacchia, enteado da presidente do Palmeiras, Leila Pereira, adquirir 90% das ações da SAF vascaína. Na avaliação do dirigente rubro-negro, a ligação familiar entre os envolvidos poderia gerar questionamentos sobre a legalidade da operação.