Vasco exige documentações e negociação com a JJ Invest emperra

A diretoria do Vasco exigiu documentos que comprovam a regularização da empresa JJ Invest, e a negociação emperrou.

Já dada como certa, a negociação com a JJ Invest para um patrocínio em uma das propriedades da camisa do Vasco emperrou. Ciente de alguns problemas legais que a empresa sofreu ano passado, o clube exigiu documentações que comprovassem sua regularização junto ao mercado financeiro, algo que ainda não foi apresentado à diretoria e que inviabiliza, até o momento, a assinatura do contrato.

A proposta de parceria chegou por intermédio do departamento de marketing, mas foram os setores de finanças e controladoria que fizeram uma análise mais minuciosa e, por segurança, sugeriram uma comprovação da regularidade da empresa de investimentos.

Nesta terça-feira (16), a coluna De Primeira, do UOL Esporte, já havia destacado que a JJ Invest havia sido punida ano passado pelo CMV (Comissão de Valores Mobiliários). De acordo com a deliberação nº 778, do dia 21 de agosto de 2017, assinada pelo presidente interino do órgão fiscalizador, Pablo Waldemar Renteria, a empresa e seu CEO, Jonas Spritzer Amar Jaimovick, estavam oferecendo - por intermédio do site oficial - serviços de administração e de consultoria de carteiras de valores mobiliários, algo que não tinham autorização. A CVM, então, estipulou uma multa diária de R$ 5 mil caso as atividades continuassem sendo executadas.

O site da empresa está atualmente fora do ar e a reportagem não conseguiu entrar em contrato com Jonas Jaimovick.

A JJ Invest – que negocia para estampar sua marca na camisa vascaína entre o escudo e o fornecedor de material – tem se tornado uma espécie de "mecenas" do futebol carioca, tendo acertado patrocínios também para os clubes América, Americano, Bonsucesso, Goytacaz, Macaé, Tigres, entre outros.

Este ano o Vasco já havia acertado com uma empresa com problemas legais. Trata-se da refinaria de petróleo Refit, antiga Refinaria de Manguinhos, que trocou logo e identidade para se afastar do passado de escândalos e execuções judiciais.

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