Sete empresas estão interessadas em adquirir o potencial construtivo de SJ
O período de exclusividade da SOD Capital está próximo de se encerrar, com isso, o Vasco deve retornar ao mercado.

O Vasco se mobiliza para eventualmente retornar ao mercado para negociar uma possível venda do potencial construtivo de São Januário. Isso porque a empresa SOD Capital segue com a exclusividade para adquirir o direito de construção. Deste modo, sete companhias fizeram contato com o Cruz-Maltino para sinalizar o desejo em adquirirem a permissão. Inclusive, o clube estipula como prazo para sacramentar o acordo com algum interessado até o término do primeiro semestre de 2026.
A propósito, a Patrimar é uma das companhias entre as candidatas, que se mostra como a principal interessada a comprar o potencial construtivo de São Januário. Esta fase das tratativas, aliás, causa esperança na diretoria do Vasco. Afinal, há um entendimento que representa uma etapa crucial para permitir o aval econômico.
Até porque o clube de São Januário aguarda somente a resolução desta pendência. Posteriormente a isso, o planejamento é dar início à proposta de reforma do estádio, que deve ter duração de três anos. As informações iniciais são do projeto “Atenção Vascaínos” e confirmadas pelo Jogada10.
Indefinição com potencial construtivo de São Januário
A torcida do Vasco mantém a esperança em presenciar o começo das obras de revitalização de São Januário ainda em 2026. Mesmo já com o início da trajetória como mandante no Campeonato Brasileiro, o empate com a Chapecoense, pela segunda rodada, na última quinta-feira (05/02). Por outro lado, alguns membros da diretoria do Cruz-Maltino acreditam que a SOD Capital não irá exercer a sua exclusividade para adquirir o potencial construtivo.
O contexto se explica pelo seu direito em comprar o potencial construtivo expirar na próxima quinta-feira (12/02). As partes também chegaram a concluir algumas tratativas para estender a permissão exclusiva. Em setembro do ano passado, aliás a SOD Capital indicou que encaminharia uma oferta superior aos R$ 500 milhões.
No caso, o intuito seria usar o potencial de um terreno localizado na Barra da Tijuca. Apesar disso, o clube de São Januário ainda não descarta a SOD Capital e segue com postura cautelosa. Em contrapartida, com esse cenário de indefinição, dirigentes passaram a agendar e realizar reuniões com potenciais investidores.
Fonte: Jogada 10