Leven e Frias questionam destino dos R$ 70 milhões da 777 Partners após punição
Candidatos à presidência em 2020, eles questionaram as prioridades do Vasco da Gama no destino do empréstimo da 777 Partners.

A política vascaína se agitou com o Transfer Ban imposto pela FIFA por causa de uma dívida milionária com Ricardo Sá Pinto. O técnico português acionou a entidade para cobrar R$ 1,4 milhão referente ao trabalho no Vasco da Gama em 2020, com valores pendentes da época.
Com isso, o Gigante está impedido de registrar jogadores, caso, por exemplo, de Alex Teixeira, principal reforço vascaíno na temporada. Diante dessa situação, o candidato à presidência em 2020, Leven Siano, questionou o destino dos R$ 70 milhões da 777 Partners, que tinha como intuito justamente pagar as dívidas emergenciais.
– O que foi feito com os R$ 70 milhões que disseram que era para o ano todo e para saldar dívidas? Será que em vez de pagar o que era importante, pagaram a si mesmos e por isso o risco de não poder inscrever reforços, incluindo o Alex (Teixeira)? – publicou o advogado no Instagram, que concluiu citando o caso dos contratos:
– E você ainda acredita em contratos feitos por eles sem poder ver?
Quem também se manifestou foi Sérgio Frias, outro candidato à presidência no pleito passado. O benemérito seguiu o mesmo caminho do anterior ao questionar o destino do dinheiro, citando que o pagamento ao português se encaixaria na ideia de manter as operações do Clube. Ele ainda criticou a diretoria vascaína por ter se fechado com o grupo norte-americano.
– Não venham agora os propositores do caos, usar como justificativa para entregar o Vasco aos setes uma falta de caixa no clube para pagar aquilo que está tramitando na FIFA em relação ao ex-treinador Ricardo Sá Pinto e sua equipe. Entraram 70M no clube, em fev/2022, como empréstimo e o dizer da direção era de que tal verba seria utilizada para satisfazer pendências referentes às operações do clube ao longo do ano e entre elas está, claro, a exemplificada acima, pois impacta exatamente nisso. O fato de a atual direção ter se fechado ao mercado em nome da 777, uma vez dando exclusividade à ela e afastando quaisquer investidores não demonstra que o Vasco não tem jeito, que não há saída, etc… Não há saída quando se fecham todas as portas de saída. É o óbvio ululante – disse Frias, que citou o que deveria ter sido feito a partir da entrada do dinheiro:
– É importante dizer ser natural a resolução do problema com conversa, acordo, algo que poderia ter sido feito quando se escolhiam os destinos do montante da verba recebida (70M), a partir do início de março deste ano.
Talles Magno
Ciente da dívida e com urgência para resolver o problema, o Vasco contará, muito em breve, com uma ajuda importante. Trata-se de um bônus de 1 milhão de dólares (R$ cerca de 5,3 milhões) por mais uma meta alcançada por Talles Magno no New York City, dos Estados Unidos. O atacante chegou a 20 jogos como titular da equipe e o Gigante pretende usar parte do dinheiro para pagar Sá Pinto.
Esses dois só servem para atrapalhar o Vasco sanguessugas tumultuadores que não são vascaínos e não se conformam que a teta vai secar bando de safados. SAF neles
Estes dois são o cancro do Vasco.