Declarações de Leandro Castan na entrevista desta segunda-feira

Confira abaixo as declarações do zagueiro Leandro Castan na entrevista coletiva desta segunda-feira em São Januário.

Castan, sobre vantagem do empate: "A gente não pode entrar em campo pensando nisso. Vamos entrar sempre respeitando o Resende. A gente pode usar a vantagem, que é boa. Mas vamos buscar a vitória".

Castan, sobre jogar no Maracanã: "São Januário é o caldeirão, mas quem sempre jogou em jogar futebol não querer jogar no Maracanã... Não sei o que dizer. Maracanã também é a casa do Vasco. Sempre quando criança via o Vasco sempre ganhava títulos no Maracanã".

Castan: "Uma equipe organizada e que joga com rapidez no ataque. Se defende bem e sai muito forte no contra-ataque".

Castan, sobre o Resende: "O Resende vem fazendo um grande campeonato e respeitamos muito. Sabemos que para chegar a uma final vamos ter que jogar muito".

Castan: "A gente vem de uma classificação e não importa como foi. Quando entrei naquele gramada torci para nunca mais entrar em um gramado como aquele. Não dá para fazer uma análise de futebol naquele campo".

Continuação: “Puxei a camisa e ela esticou, mas na minha opinião não era para ele cair. Mas a gente sabe que no Brasil é assim as pessoas caem e o juiz marcou pênalti. O que posso fazer? Foi pênalti”.

Castán, sobre o pênalti na Copa do Brasil: "Futebol é isso. Sabia que aquele lance ficaria marcado, mas graças a Deus conseguimos marcar o gol de pênalti. Até agradeci ao Marrony e disse: está vendo não deixei os caras rasparem seu cabelo e você me salvou no final".

Continuação: "Tivemos juntos na adolescência. É uma situação complicada. Werley é um cara sensacional, uma pessoa espetacular e vamos dar muita força para ele. O Brasil inteiro sentiu isso. Primeira coisa que falei é que vamos jogar pelo primo dele".

Castán, sobre encontro com o Werley: "Conversei com ele agora. Acho que isso (jogar quarta) é individual de cada um e ele precisa decidir. Fizemos categoria de base no mesmo time (Atlético-MG). Nosso quarto era um de frente para o outro".

Castan: "A gente não conversou com a psicóloga ela deve estar conversando com Werley. A gente ama jogar futebol e é continuar jogando. Honrando aqueles que se foram. Tantos garotos que sonham jogador futebol e esse sonho foi interrompido".

Castán, sobre tragédia no Flamengo: "Morei com muitos moleques na base. Eram garotos cheios de sonhos e lamento muito. Fico muito triste e minhas orações vão para a família nesse momento difícil".

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