Crivella revela que treinos devem ser liberados na próxima semana

Marcelo Crivella, prefeito do Rio de Janeiro, ainda disse que o retorno das partidas, sem público, deve ser liberado em julho.

Em entrevista coletiva concedida nesta segunda-feira (25), reproduzida pelo site Globo Esporte, o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, revelou que os treinos como rachão e coletivo nos clubes estarão liberados a partir de junho, ou seja, já na próxima semana. O retorno das partidas, sem público, tem chance de acontecer no mês seguinte, em julho.

- Não vamos relaxar as medidas de afastamento social. Aquela reunião que tivemos no sábado com o Conselho Científico foi quase consenso. É que nos devemos esperar mais um período para o retorno das atividades. O futebol esperava voltar hoje (segunda) os treinos, rachão. Pedimos para junho e foi aceito. Pedimos também que o jogos voltassem em julho, sem torcida. Eles pediram para verificar a curva de junho, meados de junho. Há expectativa de nossos especialistas que estejamos quase em zero. E que nós então de posse desse dado pudéssemos definir a rodada que termina o estadual. Isso em meados de junho. Eu agradeço a reunião que fizemos ontem (domingo) de quase três horas aqui no Riocentro.

Como citado no fim da declaração por Marcelo Crivella, uma reunião foi realizada no último domingo (24), no Riocentro, entre representantes da prefeitura, da FERJ e de clubes que disputam o Campeonato Carioca. O movimento para o retorno das atividades ganhou força após o encontro entre os presidentes de Vasco e Flamengo com o presidente da República, Jair Bolsonaro, para tratar sobre o assunto.

Crivella revelou que treinos devem ser liberados a partir de junho

Já foram liberadas no Rio de Janeiro as atividades para jogadores que estão em processo de fisioterapia, com o intuito de que não tivessem seus problemas físicos agravados pelo longo período de inatividade. Diante de tudo isso, o Brasil segue sendo bastante afetado pelo Coronavírus, tendo se tornado recentemente o 2º país com mais casos, somando 367.906 confirmados e 22.965 mortes.

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