Carlos Germano se emociona com relatos de Helton e Taffarel

O preparador de goleiros do Vasco, Carlos Germano, se emocionou com os relatos de Helton e Taffarel em live da Vasco TV.

Atual preparador de goleiros, Carlos Germano foi homenageado pelo Vasco. O ex-goleiro, campeão brasileiro e da Libertadores, se emocionou ou ouvir relatos de Helton e Taffarel, seus antigos ex-companheiros de clube e da Seleção, em uma transmissão da VascoTV.

Helton subiu ao profissional em 1998. Era o quarto goleiro na campanha do título sul-americano. Após se aposentar no Porto, continua morando em Portugal. Ele lembrou o começo da carreira.

- Aproveitem esse ser humano que está do lado de vocês. Ele é meu ídolo. É um cara sério nas coisas que ele faz. Eu dividi vestiário e aprendi muito. Ele tem uma humildade... Eu vou contar pois ele não vai falar. Eu tenho um filho de 18 anos... esse senhor aí colocou comida da mesa do meu filho. Ele fez isso por mim, ele não precisava. Ele colocou gasolina no meu carro, ele me deu luva, chuteira, calça para treinar. E, além de tudo isso, me ensinou muita coisa. Aliás, antes de eu ser goleiro do Vasco, ele me preparou. Isso é raro: um cara preparou quem iria substituí-lo. Até morrer, vou dizer que ele é meu ídolo e vou agradecer - disse Helton.

- Pois é. Obrigado, meu amigo. A gente tinha uma família naquele grupo, especialmente em 1998. Mesmo eu estando 10 anos no gol do Vasco, a gente aprende. Fico lisonjeado, fico emocionado com o que você falou. Fico feliz, isso fortalece a amizade. O Vasco é isso, é amizade - respondeu Germano.

Taffarel, tetracampeão do mundo com o Brasil em 1994, também participou:

- Que orgulho poder fazer parte dessa homenagem. Tu é uma grande pessoa, lembro do nosso trabalho, companheirismo, muita lealdade. Tu é uma pessoa fantástica, espero que a tua vida seja repleta de alegrias. Parabéns por tudo, mas especialmente pela pessoa que tu é.

Germano agradeceu:

- O Taffa é professor. Obrigado, cara. A gente fez uma amizade forte na época de Seleção. Com a roupa que ele entrava em campo, poderia jogar o outro jogo. Ótima colocação, não fazia nehum esforço. Eu olhava e tentava aprender.

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