Ataque do Vasco foi improdutivo em 2021; Daniel Amorim deixa sua marca

O ataque do Vasco da Gama não levou muitas dificuldades aos adversários na temporada e foi improdutivo nesta Série B.

Pec e Cano comemorando gol contra o Coritiba
Pec e Cano comemorando gol contra o Coritiba (Foto: Rafael Ribeiro /Vasco)

Os problemas do Vasco em 2021 não se limitaram ao sistema defensivo. No ataque, o time foi, na maioria das vezes, improdutivo e teve dificuldade para incomodar os adversários e ser efetivo. Os pontas deixaram a desejar. O centroavante titular teve um declínio técnico, já o reserva aproveitou as poucas chances que teve e deixou boa impressão para a diretoria e a torcida.

Na construção do elenco, o clube procurou jogadores mais experientes para uma Série B que prometia ser intensa. E realmente foi, porém o Gigante da Colina não conseguiu chegar perto do sonho do acesso e teve apenas o décimo melhor ataque com 43 gols, treze a menos que rival Botafogo, que conquistou o título.

Para as pontas, vieram Morato e Léo Jabá, que apesar de terem sido bastante utilizados, não conseguiram deixar boa impressão e foram criticados pela torcida. O camisa 10 teve destaque na vitória sobre o Flamengo por 3 a 1, pelo Carioca, com direto à lendária comemoração de Edmundo. Mas depois disso, foi irregular mesmo entrando em campo em 40 oportunidades, e deixou o clube para 2022.

O camisa 7, por sua vez, disputou 38 partidas, um número expressivo na temporada, porém não conseguiu render o esperado. Foram seis assistências e três gols ao longo de sua passagem, tendo suas férias antecipadas antes das três últimas rodadas, e deixando de vez o clube carioca.

Além deles, o jovem Gabriel Pec teve um bom início no Campeonato Carioca sob o comando de Marcelo Cabo. Porém, no Brasileiro oscilou, o que é normal para um jovem e perdeu espaço no time, sobretudo na era Lisca. Com Diniz, teve mais oportunidades, mas o time ficou oito jogos sem vencer na reta final. Disputou 52 partidas, com sete gols e três assistências em 2021.

Dentro da área, o Vasco voltou a contar com Germán Cano. O argentino Foi o artilheiro do time pela segunda temporada seguida, porém voltou a falhar nos pênaltis decisivos – contra o Guarani, no Brinco de Ouro. A bola pouco chegava em condições do jogador finalizar, mas ele teve uma queda brusca de rendimento e com o fim do contrato não irá permanecer em 2022.

Na reserva, Daniel Amorim chegou sem muita badalação, vindo por empréstimo do Tombense. Apesar das poucas chances, o centroavante aproveitou e deixou a sua marca. Forte na bola aérea, ele mostrou qualidades essenciais para a disputa da Série B como bom posicionamento, força física e oportunismo.

Os jovens Laranjeira e Tiago Reis não conseguiram se firmar. Foi dos pés de Tiago que aconteceu o único hat-trick do Vasco na temporada, com três gols contra o Bangu. Mas logo em seguida foi emprestado para o Confiança para a disputa do Brasileiro. Jhon Sánchez chegou na era Lisca, mas nem teve tempo de ser comandado pelo técnico. Sob a batuta de Diniz, pouco entrou.

Fonte: Lancenet

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1 comentário
  • Responder

    Improdutivo devido aos tecnicos de merda que dirigiram o Vasco. Pois vejam:
    1. Os jogadores de velocidade eram mais laterais do que atacantes.
    2. Tiraram o Cano da área.
    3. Insistiram em colocar atacante jogando pelas pontas de pé trocado.
    4. Não conseguiram montar um meio de campo que marcasse e de criação.
    5. Desarrumaram a defesa de tal maneira que ninguém sabia marcar, toda bola cruzada na área era perigo de gol.
    6. Insistiram com jogadores que não mereciam jogar, Morato, Rômulo, Miranda, Ulysses, Lucao, MT, Juninho, Caio Lopes, etc.
    7. Contrataram mal!
    Por estas razões perdeu chance de subir e agora o campeonato da série B será muito mais difícil.

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