Vasco gasta milhões em dívidas passadas com Sandro Silva, Éder e Montoya

O vice-presidente jurídico do Vasco, Paulo Reis, explica as dívidas passadas do Vasco e critica gestão de Roberto Dinamite.

Mais de um ano após o fim da gestão de Roberto Dinamite, o Vasco ainda sofre com as derrapadas do ex-presidente. Na última terça-feira, o clube foi notificado pela Fifa de que se não pagasse R$ 2 milhões ao Malaga, da Espanha, pela compra de Sandro Silva, em 2013, perderia seis pontos na disputa da Série B. O prazo para o depósito era de 24 horas. A transferência foi feita, o Cruz-maltino não corre risco de punição, mas o problema é recorrente.

Há cerca de um mês, o Vasco recebeu notificação semelhante, referente à aquisição dos direitos econômicos do colombiano Montoya, também em 2013. O grupo de investidores que tirou o jogador do All Boys, da Argentina, e o colocou em São Januário, acionou o clube. Em ambos os casos, a cobrança veio sem chance de negociação.

- Essa é a herança que recebemos da gestão passada. Os processos estão aparecendo e não temos a chance de fazer nada. Os casos foram para a Fifa e o Vasco não fez defesa. Com isso, o clube perdeu tudo à revelia - explicou o vice-presidente jurídico do Vasco, Paulo Reis.

Há ainda a dívida com o Benfica, referente às aquisições de Eder Luis e Felipe Bastos, em 2010. Os portugueses não chegaram a cobrar o Vasco na Justiça. Em abril de 2015, Eurico Miranda viajou até Lisboa e reparcelou a pendência, que vem sendo paga mensalmente.

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