Vasco consegue empréstimo de R$ 38 milhões; Campello comenta

O Vasco da Gama enfim conseguiu o empréstimo de R$ 38 milhões para manter as contas do Clube em dia até o fim do ano.

O Vasco assinou, nesta quinta-feira, o recebimento do empréstimo de R$ 38 milhões que vinha buscando para o pagamento de salários e dívidas até o fim da temporada. O presidente Alexandre Campello conseguiu junto à empresa detentora dos direitos de transmissão dos jogos do clube a autorização para realizar a operação financeira.

Isso só foi possível depois de longa conversa e idas e vindas por causa do processo judicial que ameaça anular a eleição passada e marcar uma nova para a presidência do clube.

- Normalizaremos todo o pagamento de funcionários e jogadores, além de cumprirmos com acordos que fizemos, renegociações de dívidas que conseguimos na nossa gestão - listou Campello: - Queria tranquilizar a todos, inclusive a torcida.

Outro ponto enaltecido por Alexandre Campello foi o fato de que o Vasco conseguiu receber os R$ 38 milhões pedidos inicialmente de empréstimo. Com a demora que a diretoria vinha enfrentando para conseguir a aprovação do Conselho Deliberativo, os juros sobre o empréstimo reduziriam o valor efetivamente recebido para R$ 31 milhões. Entretanto, o Vasco conseguiu renegociar os termos do contrato com a empresa detentora dos direitos de transmissão para retomar o valor anterior.

O dirigente ainda atacou o grupo de oposição Sempre Vasco, autor da ação que tenta anular a eleição no clube de São Januário. Campello mais uma vez reclamou da instabilidade que o processo jurídico tem trazido para o Cruz-maltino e ainda ironizou a iniciativa do grupo de Julio Brant, que foi a um cartório registrar um documento garantindo que cumpriria com o empréstimo, caso sejam eleitos em um possível novo pleito:

- Gostaria de dizer para eles que não precisam mais se preocupar. Até porque acertamos tudo ontem, e eles já sabiam disso quando vieram com essa história. Eles podem tentar capitalizar politicamente com essa iniciativa, mas isso não interfere em nada na segurança jurídica da operação. Até porque, para ter alguma relevância, todos os sócios elegíveis do Vasco teria de assinar esse termo, não apenas a Sempre Vasco. Parece até que eles já ganharam a eleição.

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