Sub-20: Marcos Valadares vê time preparado para o mata-mata na Copinha

O técnico Marcos Valadares vê a equipe Sub-20 do Vasco da Gama preparada para partidas mata-mata na disputa da Copinha.

Os Meninos da Colina garantiram a classificação para a segunda fase da Copa São Paulo de Futebol Júnior com a primeira colocação do Grupo 27. Em três jogos, foram duas vitórias e um empate, com cinco gols marcados e apenas um sofrido. O bom desempenho agradou o técnico Marcos Valadares, que elogiou a forma como a equipe se portou e ressaltou que o time precisa manter a sequência para as próximas fase. O compromisso seguinte do time na competição será diante do Juventude, neste sábado (12/1), às 11h.

- Fizemos uma boa primeira fase, bons jogos contra bons adversários. Acho que isso é importante dentro do processo de formação. Principalmente porque buscamos fazer os jogos como a gente deseja. Dominando o jogo, sendo uma equipe ofensiva, com boa posse de bola e criando boas oportunidades de gol. Encarar equipes com bons trabalhos enriquece a classificação em primeiro lugar. Agora é dar sequência para continuar fazendo um bom trabalho na próxima fase - disse o treinador.

Se na primeira fase existia uma margem de erro, agora as partidas são eliminatórias. O comandante da equipe Sub-20 sabe que partidas mata-mata exigem um nível de concentração maior, mas vê o grupo vascaíno acostumado a lidar com esse tipo de situação:

- Precisamos sempre fazer o nosso jogo. Jogar da maneira que estamos acostumados. Dessa forma estaremos preparados para qualquer desafio. Seja ele de uma situação de grupo ou mata-mata. Na Copa RS nós enfrentamos essas duas situações. A equipe está preparada, sabe que precisa dar o máximo. É fundamental fazer uma grande partida e conseguir a classificação.

O elenco levado para a Copa São Paulo sofreu muitas modificações. Após o Campeonato Brasileiro da categoria, jogadores da Geração 98 foram promovidos aos profissionais. Além disso, alguns destaques da equipe Sub-17 chegaram ao grupo. Para Marcos Valadares, o tempo fará com que o time vá ganhando cada vez mais entrosamento e ritmo de jogo, mas a forma de jogar já definida facilita bastante o trabalho.

- Mudança foi bem significativa, foram muitos jogadores. Mas em 2018 a gente já vinha trabalhando com um segundo, terceiro grupo também dentro dos conceitos que acreditamos. Existem diferenças técnicas, de características, mas não de equipe e de forma de se jogar. De uma forma geral, os atletas tem um entendimento bom. Claro que entrosamento, ritmo de jogo, eles vão ganhando com uma sequência. Tivemos um planejamento e ganhamos um corpo. O time evoluiu, cresceu, os atletas do Sub-17 subiram e estão buscando seu espaço. Isso tudo soma para a evolução - finalizou.

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