Saída de Coutinho abala ambiente no Vasco e faz Pedrinho repensar reeleição
A saída do camisa 10 acelerou um processo interno de avaliação sobre o futuro político de Pedrinho no Vasco da Gama.

A saída de Philippe Coutinho provocou um forte impacto interno no Vasco da Gama e abriu um novo capítulo de instabilidade política e emocional nos bastidores de São Januário. De acordo com informações do jornalista Lucas Moret, o episódio mexeu diretamente com o presidente Pedrinho, que passou a refletir com mais intensidade sobre a possibilidade de não disputar a reeleição ao fim de 2026.
Desde o início, a contratação de Coutinho, concretizada em 2024, foi tratada pela diretoria como um dos maiores acertos da gestão. O retorno do meia revelado em São Januário carregava peso esportivo, mas, sobretudo, simbólico: representava a reconexão do clube com sua identidade, sua torcida e um passado vitorioso. Para Pedrinho e seus pares, a chegada do camisa 10 extrapolava as quatro linhas.
Por isso, a maneira como se deu a saída do jogador, marcada por questões emocionais, causou um abalo significativo no ambiente interno. O episódio foi interpretado como um golpe pessoal ao presidente, que sempre esteve diretamente envolvido na condução do projeto que trouxe Coutinho de volta ao clube.
Nos bastidores, a situação serviu como estopim para uma série de reflexões. O cenário conturbado do Vasco, somado à pressão crescente da torcida sobre o departamento de futebol e às dificuldades esportivas recorrentes, reforçou um desgaste já existente na atual gestão. A saída do camisa 10, nesse contexto, acelerou um processo interno de avaliação sobre o futuro político de Pedrinho no clube.
A tendência, segundo apuração, é que o presidente se aproxime cada vez mais da decisão de encerrar seu ciclo à frente do Vasco ao final de 2026, abrindo espaço para uma possível transição de comando. Embora nenhuma decisão oficial tenha sido anunciada, o sentimento interno é de que o episódio envolvendo Coutinho marcou um ponto de inflexão na gestão.
Enquanto isso, o Vasco segue pressionado dentro e fora de campo, em meio a cobranças da torcida por resultados e estabilidade, e com um futuro político que começa a ganhar contornos mais definidos nos bastidores de São Januário.
Mais parece matéria da oposição. Omo vcs são negativos!