Penhoras impedem o Vasco de receber R$ 18 Mi do BMG

Penhoras impediram o Vasco da Gama de receber os R$ 18 milhões do novo patrocínio com o Banco BMG, na última semana.

Estava tudo certo entre Vasco e Banco BMG. Um novo patrocínio com todos os moldes já alinhados: valores (R$ 18 milhões), prazo (três anos) e a presença de uma cláusula que permite ao clube, caso encontre patrocinador disposto a pagar mais pelo espaço principal da camisa, a migração da marca do banco para outro lugar do uniforme. Mas um entrave de última hora frustrou o clube e, principalmente, os funcionários que esperavam receber um mês de salário.

O problema: na quinta-feira, em uma reunião entre o corpo jurídico do BMG e o Vasco, foi levantada uma questão. O parceiro, acionado judicialmente por penhoras de autoria do escritório Barreira de Oliveira Consultoria Jurídica Empresarial, alegou que o dinheiro precisa ser depositado em juízo, o que o Vasco discorda, por já ter tido o valor devido ao credor pago em outras penhoras.

Apesar das inúmeras conversas entre o Vasco e o Banco BMG nesta sexta-feira, o clube não conseguiu resolver a questão a tempo para que o dinheiro fosse transferido para sua conta na sexta-feira, como era esperado. A alternativa será acionar a Justiça para que o BMG seja liberado da penhora e, em seguida, repasse os valores diretamente ao clube.

O contratempo deve adiar em mais alguns dias o recebimento do dinheiro, que deverá vir parcelado para o Cruz-maltino. A expectativa em São Januário é que um mês de salários atrasados seja pago para funcionários e jogadores assim que o dinheiro entrar na conta. A dívida é grande: três meses com funcionários, dois com jogadores, mais 13º e férias.

Quem está à frente das conversas, pelo lado do Vasco, é Adriano Mendes, vice-presidente de controladoria que está de saída da diretoria.

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