Grupos se posicionam sobre cancelamento da reunião do Conselho

Grupos políticos do Vasco se posicionaram sobre o cancelamento da reunião onde o empréstimo de R$ 20 milhões seria votado.

VASCOMED

A Vascomed esteve presente à reunião de hoje com 75% de seus membros. O único conselheiro que não compareceu estava realizando atendimento profissional no momento da Assembleia.

Lamentamos a falta de quórum, mas lembramos que essa instabilidade política existe desde Janeiro de 2018, quando o direito do voto foi corrompido, e a ordem subvertida.

Ao que se refere a votação do empréstimo, nossa posição baseia-se em sermos responsáveis com o Club e sua saúde financeira.

A Gestão Campello, ao contrário do que se auto propaga, não se profissionalizou administrativamente. Como efeito, não se tem o básico, como a publicação dos balancetes trimestralmente e transparência da destinação dos empréstimos, além de novas soluções para velhos problemas (repasse muito abaixo do mercado do fornecedor de camisa ou patrocínios pontuais).

Por outro lado, a mesma gestão Campello recebeu mais de 100 milhões de reais em direitos federativos, 58 milhões em empréstimos, dentre outras receitas, e mesmo assim não se planejou e antecipou a necessidade de aporte financeiro, demonstrando que continua amadora.

Ademais, não só não reduziu a joia de sócios, como também em Fevereiro de 2018 aumentou substancialmente o valor da mesma, em plena crise econômica nacional, incorrendo em falha de captação de novos sócios votantes para o clube.

Outro fato a se lamentar é o cunho político frequentemente lançado para justificar deficiências técnicas.

O amor pela Instituição Vasco da Gama e o anseio de vê-la navegar por mares mais calmos não pode nos turvar a ponto de assinarmos um cheque em branco. Conforme ressaltamos, o clube hoje está se desenhando como um endividador crônico com pedidos frequentes de empréstimos onde nós, vascaínos, somos os fiadores. Não é isso que queremos para o nosso Vasco.

ArquibaVasco

O grupo ArquibaVasco ressalta sua indignação com a irresponsabilidade dos conselheiros ausentes na reunião do CD e lamenta profundamente que politicagens baratas sejam colocadas a frente do Vasco. Não se faz uma nova política utilizando velhas práticas.

Torce, Viaja e Vota!

Confraria Vascaína

NOTA OFICIAL

Cumprindo os deveres que a frágil democracia vascaína nos legou nas eleições de 2017, os conselheiros da Confraria Vascaína se fizeram presentes em peso na reunião do Conselho Deliberativo, realizada neste dia 11 de junho, em linha com o que esperam de nós os sócios e torcedores do Club de Regatas Vasco da Gama.

Na pauta da reunião, a contração de um novo empréstimo, solicitada pela Diretoria Administrativa, e justificado como necessária para garantir um nível mínimo de saúde para nosso combalido clube no segundo semestre deste ano.

A Confraria compreende a razoabilidade do empréstimo, necessário para evitar a insolvência do clube num prazo curtíssimo.

O que a Confraria não compreende é a resistência da Diretoria Administrativa em prestar contas acerca do real estado financeiro do clube; a falta de diálogo da diretoria liderada por Alexandre Campello junto à oposição, em momento tão delicado para a história do CRVG; e a quebra de todos os compromissos assumidos em ocasiões anteriores, que minam ainda mais a confiança de torcedores, sócios, conselheiros e do mercado na diretoria. Perder ainda mais popularidade depois do golpe de janeiro de 2018 parece ser uma façanha que a Diretoria Administrativa se mostra comprometida em superar.

A despeito destes fatos, a Confraria Vascaína se mostrava inclinada a votar favoravelmente à contração do empréstimo, por compreender que a sobrevivência imediata do clube passa pela injeção de recursos em seu caixa. Infelizmente, aqueles que farão a gestão dos recursos não se mostram capazes de debater seu destino junto aos demais atores do clube.

No entanto, a lamentável falta de quórum desta noite de segunda-feira mostrou que o clube não é uma prioridade para todos os conselheiros do clube. Queremos crer que o esvaziamento do Conselho Deliberativo se deu por mero acaso. Mas as consequências administrativas, esportivas e humanas da não-contração do empréstimo se mostram catastróficas para o futuro do clube.

Identidade Vasco

Sobre a falta de quórum para a deliberação de mais 20 milhões de empréstimo

Alexandre Campello tenta atribuir à oposição e especificamente ao Grupo Identidade Vasco a culpa por não se ter se alcançado o quórum mínimo necessário para a realização da reunião desta terça-feira (11) do Conselho Deliberativo, onde se debateria a aprovação de um empréstimo adicional de mais 20 milhões, uma semana depois da aprovação de 10 milhões.

O Identidade Vasco - e a oposição em seu conjunto - não pode responder pela pública, notória e generalizada falta de credibilidade do atual presidente, que, como é do seu estilo, volta a se esconder atrás da tática da vitimização.

Quanto à posição específica do Identidade Vasco, ela é límpida. Votamos unidos a favor da abertura de investigação contra Campello. Mesmo derrotados nesta proposta, concordamos em votar - logo depois da vitória do Não - pela aprovação de 10 milhões de empréstimo para pagar as duas folhas salarias atrasadas e assim agimos, com o voto de todos os nossos conselheiros presentes na última reunião do Conselho Deliberativo.

Sobre este novo pedido de mais 20 milhões, o grupo Identidade Vasco não tirou qualquer deliberação coletiva, incluindo a questão de comparecer ou não à reunião desta terça-feira. Mas é perfeitamente compreensível que conselheiros do Identidade Vasco, que não confiam na lisura do presidente, não se vejam obrigados a aprovar mais uma montanha de dinheiro a ser jogada nesta caixa-preta que é a administração Alexandre Campello.

Um aspecto importante a ressaltar é que o Conselho Deliberativo do Vasco tem 300 conselheiros. Destes, apenas 49 fazem parte do Identidade Vasco, sendo que vários destes 49 compareceram à Lagoa nesta terça-feira. Ou seja, entre os 251 restantes a diretoria só teria de mobilizar, no máximo, cerca de 140 pessoas.

Não adianta tapar o sol com a peneira: uma diretoria que não consegue, em uma votação que ela diz considerar vital, mobilizar 140 conselheiros em 251, é uma diretoria falida, política e moralmente OU ENTÃO ESTÁ AGINDO CALCULADAMENTE. Provavelmente as duas coisas juntas. Mas vamos fazer um esforço para imaginar o que estaria por trás da segunda hipótese:

1) Defensores da atual gestão argumentam que a necessidade deste empréstimo era prevista há tempos. Ora, se era prevista há tempos, por que motivo deixou-se para solicitar a aprovação do empréstimo já com o terceiro mês de atraso salarial em vias de acontecer?

2) Daí o Conselho Deliberativo aprova a contratação de um empréstimo emergencial de 10 milhões para pagar duas folhas atrasadas, o que retiraria a urgência de outro pedido de empréstimo, pois pagando-se duas folhas se ganharia tempo para analisar com verdadeira transparência a necessidade e as condições de um novo aporte.

3) No entanto, pouco tempo depois da aprovação dos 10 milhões, a diretoria faz saber que não viabilizou as garantias necessárias para este valor, sendo que estas garantias estariam condicionadas à autorização de mais 20 milhões de empréstimo. Tudo, como se vê, muito lógico.

4) Estranhamente, a diretoria "não consegue" mobilizar sua base de conselheiros - a mesma poderosa base capaz de barrar qualquer pedido de investigação - para aprovar os 20 milhões a mais e "sem opção", "talvez" a diretoria se veja obrigada a solicitar o empréstimo a um empresário amigo, parceiro de "negócios" de primeira hora do presidente. Um empréstimo emergencial "pelo bem do Vasco".

Para nós, do Identidade Vasco, compromisso com o Vasco não pode significar penhorar o seu futuro e fingir que não se sabe o que está acontecendo.

Quem optou por sustentar o que é insustentável, que se explique aos vascaínos.

Identidade Vasco

O Vasco é a nossa identidade!

Rio de Janeiro, 11 de junho de 2016

Grupo Casaca!

A política do Vasco seria trágica, se não fosse cômica. Os colegas de chapa da diretoria administrativa sabotaram a reunião de hoje. Agora, só faltam umas bombinhas no gramado na quinta! Kkkkk 

Site Casaca!

O Vasco não é várzea

Ontem à noite houve mais uma prova da debilidade, fragilidade e descrédito da atual gestão do clube, mais propriamente do presidente Alexandre Campello.

O desastre administrativo da direção começa com a implosão política do clube, protagonizada por seu presidente , que acolhendo a vontade dos magos do BNDES aceitou assinar em 30/04/2018 uma carta de apresentação esdrúxula junto a um balanço desarrazoado, conforme definido pelo Conselho Deliberativo do clube em novembro último, quando as contas corretas de 2018 foram aprovadas pelo referido conselho.

A atitude acima trouxe para ele a oposição clara do Casaca!, que se mantém até hoje, sem qualquer conversinha, como oposição à sua terrível administração.

Posteriormente, brigou com seu próprio grupo de apoio (base de apoio eleitoral) e trouxe mais oposição para si, assim como já a tinha por parte do grupo amarelo, que ora o protegeu por conveniência política, ora não.

A posição do Casaca! mais uma vez é clara e será evidenciada ao longo do texto.

Em agosto do ano passado, sem ter entregue qualquer documento ao Conselho Fiscal, a gestão queria um empréstimo de 38 milhões de reais, contando uma história na qual era dito ter o dinheiro acabado, faltando já para o dia seguinte.

O Casaca!, na figura do Benemérito Sérgio Frias, visando a que se pudesse resolver a questão sem traumas, sem votação e com harmonia, sugeriu a discussão do empréstimo no mesmo local 10 dias depois, já com a apresentação de documentos para o Conselho Fiscal.

Houve tentativas de acordo neste sentido ao longo da reunião por parte do Benemérito, mas a vontade de votar prevaleceu. Resultado: em nome da institucionalidade, que passa longe das prioridades de Alexandre Campello, votamos contra e soltamos nota no dia seguinte dizendo que em sendo cumprido pela direção do clube o compromisso da institucionalidade, com apresentação dos documentos ao Conselho Fiscal, obrigação, por sinal, da gestão, votaríamos a favor.

Dito e feito. Na reunião seguinte houve voto unânime pelo empréstimo de 38 milhões de reais no mesmo Conselho e a garantia da direção de que a questão com o Conselho Fiscal estaria resolvida, desde então, algo não verificado ao longo do tempo.

De lá para cá, cortes de serviços comezinhos ocorreram no Vasco desde o final de dezembro e outros ao longo de 2019. Além disso, situações bizarras vividas pelo clube são seguidamente publicadas na mídia convencional.

Em 12/04 o presidente do clube foi ao Twitter afirmar que a gratificação natalina, referente a 2018 estava paga, assim como o salário de fevereiro. Ou seja, o salário de março ainda não havia sido depositado.

Daquela postagem para cá nem uma folha foi paga direito. Passou o restante de abril, maio e chegamos a junho com o clube devendo a um mundaréu de gente, com salários atrasados, acordos não cumpridos e, pasmem, apresentando no final de abril um balanço que sugeria ao grande público ter o Vasco um superávit na ordem de 60 milhões de reais, relativo a 2018.

Era justamente no término de abril que a direção do Vasco deveria ter buscado o Conselho Deliberativo, afinal partiria para dois meses de salários atrasados cinco dias depois.

Mas não. Era a hora da conversa fiada nas mídias digitais, afirmações de quanto se mostravam capazes a gestão e o BNDES dela, como o Vasco estava magnificamente sendo gerido.

A vergonha que é o balanço do Vasco, iniciado a partir de números não aprovados pelo Conselho Deliberativo, entre outras questões, não é tema de agora. Fica apenas o registro.

Mas, como dizíamos, o momento era aquele, pensando-se na instituição, nos funcionários do clube, no time de futebol, em quem foi demitido saindo do Vasco com uma mão na frente e outra atrás (centenas de casos), porém tudo isso significou para a gestão porcaria nenhuma.

Sem documentos entregues ao Conselho Fiscal e contando uma história falsa sobre a situação do Vasco talvez holofotes favoráveis fossem endereçados à ela e este era o objetivo da estratégia, em grego strateegia, em latim strategi, em francês stratégie, em inglês strategy… tomada em detrimento do clube.

Com o Vasco com quase três meses de salários atrasados, devedor do FGTS há mais de seis (pelo menos ao Bruno Silva) o presidente do clube se reúne na sala Eurico Miranda do Conselho de Beneméritos com alguns conselheiros natos e pede para que se interceda, objetivando a obtenção de um empréstimo na ordem de R$8.000.000,00, no que é interrompido por seu consultor para assuntos financeiros, dizendo este último algo como "8 não, melhor 10". Como se fossem 8 caixas de cerveja e depois 10.

Na reunião ocorrida no Conselho de Beneméritos, onde infantilmente Campello desdisse sobre o que acordara, não houve definição sobre empréstimo e sim papelão do presidente, que ainda não pediu desculpas pelo que fez perante uma turma que não está certamente no mesmo nível dele. Em tempo, o outro envolvido na confusão, mesmo com razão na questão, desculpou-se perante o Conselho Deliberativo do clube, por sua ação reativa dura no caso.

Na assembleia da semana passada, ocasião em que o presidente do clube só faltou sair aos pulos por não ser aberta uma investigação contra si e com rumores de que havia ido para lá com carta de renúncia no bolso, o Conselho Deliberativo do Vasco, através de proposta do Grande Benemérito Luis Manuel Fernandes, aquiesceu por UNANIMIDADE que a diretoria pudesse captar 10 milhões de reais a título de empréstimo, segundo ela já no forno para sair.

Oito dias depois nada havia sido resolvido.

Mas ontem a direção queria mais 20 milhões, já estourando até mesmo a projeção orçamentária feita pelos magos das finanças, que transformam o Vasco num "pardieiro planilhado". Os 20 milhões estariam atrelados aos outros 10 milhões, somando-se 30 e aí sim tudo estaria resolvido no Vasco, até o fim de 2019.

Ignorando que não tem consigo nem 50 conselheiros fiéis, a situação, sem explicar nada a ninguém, solicita ao Conselho Deliberativo que ponha na pauta votação de mais 20 milhões de reais no espaço de oito dias e não procura rigorosamente ninguém para explicar o que será feito com o dinheiro, qual o plano de ação, etc… Isso seria mostrado na hora para quem quisesse engolir. Quem não quisesse que votasse contra e tudo bem.

Logo após livrar-se de uma comissão de sindicância, por apenas oito votos, Campello e seu séquito, de fato, se sentiam fortes para atropelar algo, ainda mais num quórum qualificado?

Afirmar que houve boicote de A ou B vai fazer A ou B votar a favor num próximo pedido? É a forma política de se postar, sabendo-se que não tem, de fato, o número necessário para aprovação de nada se não sentar e conversar?

"Ah, mas não adianta conversar porque são oposição a mim". Tente, gênio. Pegue seus consultores políticos e elaborem todos uma forma de não perder todas as votações com quórum qualificado, porque a soma dos dois grupos citados por vossa excelência, em termos de votos, se forem lá e votarem contra impedirão que qualquer empréstimo saia.

Para agir, visando o bem do Vasco, essa administração teria de se sujar perante o público, mostrar seus erros de análise, seus desacertos, suas atitudes irresponsáveis, seus ralos e o cheiro deles.

Não parece ser esse o caminho escolhido, até porque sustentar uma mentira já vista por todos que é mentira (a qualidade da própria gestão) para alguns dali é o único caminho para não sucumbir. Se o Vasco sucumbir, então, desde que não se sujem, que se dane.

Na nossa visão, independentemente do que aí está, alguns compromissos deveriam ser firmados pela direção em 2019:

1 – Apresentação de plano para obtenção das certidões positivas com efeito de negativas ainda este ano.

2 – Fim das demissões persecutórias no clube (ocorreram mais algumas recentemente) e manutenção dos esportes encontrados no Vasco por essa gestão, olhando, também, para a base e dando mínimas condições para que atletas possam se desenvolver e despontar com a camisa do Vasco.

3 – Colocação do Vasco no Campeonato Brasileiro deste ano (compromisso) no mínimo no lugar em que sua folha salarial recomenda, comparando-a com a dos demais adversários.

4 – Cuidado com o patrimônio do clube (compromisso), seu estádio, suas sedes e atenção especial ao Colégio Vasco da Gama, considerando-o com a importância que ele tem e baseado nos preceitos de sua inauguração, ocorrida há 15 anos.

Sobre a posição do Casaca!.

Queremos que sejam garantidos os seguintes pagamentos com o valor que se requer seja emprestado e mais aquilo que o Vasco terá a receber neste ano:

1 – Pagamento imediato dos salários atrasados de atletas (incluindo direitos de imagem), demais funcionários, FGTS inclusive, mantendo-os em dia até o fim do ano.

2 – Pagamento imediato dos inúmeros acordos em atraso firmados por essa gestão com ex funcionários do clube, tanto quanto celebração e cumprimento das parcelas dos que faltam, até o fim de 2019.

3 – Pagamentos do que estiver faltando quanto a salários e gratificações concernentes ao fim de 2017, que já deveriam ter sido pagos em abril do ano passado, quando do recebimento da verba inerente à venda do atleta Paulinho, portanto há 14 meses.

4 – Demais acordos e obrigações para que não se inviabilize o clube no decorrer deste ano.

E se o valor a pedir emprestado for maior que este, discutido agora para este ano? Joguem limpo e digam que vão estourar mais e mais o orçamento, mas não joguem para a galera, pura e simplesmente.

Na nossa visão os itens expostos logo acima devem ser respeitados e realizados e os compromissos mais acima firmados, de fato, pelo bem do Vasco, em respeito a todos os seus torcedores, como nós também somos (DE RAIZ).

Casaca!

Vira Vasco

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