Fatores que levaram o Vasco a vencer o Internacional

O Vasco da Gama teve organização e soube aguentar a pressão para vencer o Internacional no Beira-Rio pelo Brasileirão.

Longe de ser fácil. Os 12 anos sem vencer o Internacional no Beira-Rio indicam o tamanho da façanha que seria para o Vasco voltar para o Rio com três pontos na bagagem. Mas o time de Vanderlei Luxemburgo soube ser organizado, letal e aguentou a pressão final da equipe colorada.

Sem a bola, mas sem sofrer

No primeiro quarto de jogo, o Vasco teve pouco mais de 30% de posse de bola. Quase nada. Só que por mais que o Internacional dominasse a partida, não criava chances claras. Só a partir de uma cobrança de falta de Yago Pikachu, que ficou na barreira, é que os times começaram a trocar oportunidades.

Marcações vencendo

D'Alessandro flutuava em todo o campo, Yago Pikachu cortava para ser opção por dentro na saída de bola. Felipe Ferreira era pouco ativo, mas os contra-ataques vascaínos encontravam Rossi e Ribamar. Reflexos das marcações de ambas as equipes, encaixadas, que dificultavam a vida dos rivais. Mas a posse de bola, de superioridade do time da casa, pouco se alterava.

Treta

Após diferentes cruzamentos, a bola sobrou para D'Alessandro, que marcou um golaço da ponta direita do ataque colorado. Mas o árbitro viu falta de Cuesta na origem da jogada. A enrolação, porém, se deu porque Vinícius Gonçalves Dias de Araújo demorou cinco minutos para confirmar a anulação de um lance, com direito a VAR e tudo, apesar de ter colocado o apito na boca bem antes da finalização.

Letal

Na volta do intervalo, Guarín voltou no lugar de Ribamar. Meio-campo fortalecido e Marrony de centroavante, com Felipe Ferreira na extrema esquerda. Foi posicionado assim que, aos sete minutos, ele finalizou a jogada que começou com cruzamento de Henrique, passou pelo cabeceio de Rossi, rebote da trave e disputa com o zagueiro.

Para segurar

Pouco depois, Felipe Ferreira deixou o campo e foi substituído por Marcos Junior. Era a marcação definitivamente privilegiada na estratégia de Vanderlei Luxemburgo. Mas antes dos 25 minutos, a terceira substituição se fez necessária: Rossi saiu e Gabriel Pec entrou. Mas Fernando Miguel passaria a ser o salvador do Vasco, e o grande nome do jogo pelo número de defesas feitas.

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