Fatores que levaram o Vasco a vencer o Avaí

O Vasco da Gama conseguiu evoluir no segundo tempo, mas a defesa e as substituições foram importantes para a vitória.

O Vasco está na quarta fase da Copa do Brasil após uma vitória por 1 a 0 sobre o Avaí. Jogo em temperatura morna, de qualidade técnica mediana, mas com destaques latentes: a defesa cruz-maltina e as substituições que, literalmente, resultaram no gol único do jogo.

Desentrosamento

A inédita formação do time de Alberto Valentim, com Lucas Santos e Yago Pikachu, demorou a se encontrar na Ressacada. E como a armação era deficiente, restavam os contra-ataques. Seria normal o Avaí, necessitado, atacar mais nos primeiros minutos. Mas este período durou 30 minutos e a linha de defesa também demorou a achar o meio-campo. Fosse o mandante mais qualificado, teria aberto o placar.

Crescimento

Na reta final , os contra-ataques começaram a aparecer. Mas faltava pontaria nos passes finais e nas finalizações, talvez pela pouca adaptação ao gramado. A posse de bola, que chegou a ser inferior a 40% para o Vasco, até a hora do intervalo quase igualou: 47,7% de acordo com o site Footstats.

Organização

A conversa no intervalo funcionou e, na segunda etapa, o meio-campo cruz-maltino conseguiu chegar gradativamente no campo de ataque. O meio-campo, porém, já trabalhava com mais qualidade e fazia a bola rondar a meta defendida por Vladimir.

Defesa ilesa

A defesa vascaína precisava mostrar serviço, após ser vazada duas vezes no duelo de São Januário. E assim foi feito. O adversário tinha ímpeto, mas não demonstrou tanta qualidade. Mas Fernando Miguel executou ao menos duas defesas importantes: uma defesa de reflexo e a outra de elasticidade. E Ricardo Graça também aproveitou a nova chance que teve pela ausência do titular Leandro Castan.

Alterações eficazes

Novamente relacionado, Maxi López entrou aos 18 minutos do segundo tempo. E logo nas duas primeiras aparições, atraiu a atenção da defesa do Avaí. Jogadas de perigo aconteceram a partir dele. Na segunda dele, Yan Sasse, que acabara de entrar, balançou para cima de Mosquera, foi ao fundo, cruzou com o pé direito - que não é o preferencial dele - e Yago Pikachu, que à essa altura atuava pela faixa central da articulação, completou para o gol.

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