Falta de repertório impede evolução do Vasco no clássico

O Vasco da Gama começou bem o clássico contra o Botafogo, mas caiu de produção e saiu de campo derrotado por 1x0.

O Vasco começou bem a partida contra o Botafogo, neste domingo, e, mesmo com a estratégia de explorar os contra-ataques, não conseguiu fazer o gol. Como resultado, o time segue na última posição do Campeonato Brasileiro.

INÍCIO DE TRABALHO

A primeira etapa do Vasco foi promissora. Mostrou uma equipe, pelo menos, com uma cara. Mas a dificuldade de criar jogadas e de finalizar com perigo foi se provando com o tempo. Tempo que o técnico Vanderlei Luxemburgo terá mais adiante, na parada para a Copa América. Mas o time não pode esperar tanto para vencer.

PELOS LADOS

Organização o Vasco teve. Um estilo de jogo claro, com volantes marcando e tentando jogar. As jogadas, porém, se limitavam aos pontas e laterais. Desta forma, indo à linha de fundo, a bola chegou em Tiago Reis, que mandou na trave, ainda no primeiro tempo.

PARA A HISTÓRIA, MAS SEM SORTE

Talles Magno foi relacionado pela primeira vez pelo time profissional do Vasco. Quando entrou em campo, aos 16 anos, ele se tornou o mais jovem jogador cruz-maltino no Século XXI. Mas não deu sorte no início: menos de um minuto depois, o time sofreu o gol.

POUCO RECURSO

As substituições de Vanderlei Luxemburgo mudaram o desenho tático do Vasco. O time saiu do 4-1-4-1, com três volantes, para o 4-2-3-1, se tornando, em tese, mais ofensivo. Talles Magno até deu velocidade, mostrou personalidade, mas Yan Sasse pouco fez e a equipe, como um todo, não se tornou mais perigosa. E justamente quando era preciso.

O CULPADO

Se dentro de campo o Vasco não dava sinal quase nenhum de que poderia reagir, a torcida cruz-maltina escolheu um culpado. E ele fica fora: o presidente do clube, Alexandre Campello, foi xingado no segundo tempo.

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