Empresa solicita penhora após o Vasco não cumprir acordo

A empresa Irmãos Fernandes Comércio de Materiais de Construção LTDA-ME entrou com o pedido de penhora após o Vasco não cumprir acordo.

Por França Fernandes
-  31 de outubro de 2020 às 19:29-  Atualizada em 31 de outubro de 2020 às 19:29
Alexandre Campello, presidente do Vasco, durante entrevista coletiva (Foto: Thiago Ribeiro/AGIF)

O Vasco sofreu um pedido de penhora na última sexta-feira. A empresa “Irmãos Fernandes Comércio de Materiais de Construção LTDA-ME” entrou com o pedido devido ao não cumprimento do acordo judicial firmado em fevereiro deste ano. Nos autos, a empresa alega que o débito é de R$ 38.943,52. A ação refere-se a uma dívida do clube pela compra de 570m³ de areia lavada em janeiro de 2019.

Em fevereiro, as partes entraram em acordo, homologado na 28ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ). O Cruz-Maltino acertou o pagamento da dívida, que teve, na época, teve o valor atualizado para R$ 44.000,00, em cinco parcelas no valor de R$ 6.160,00. Além disso, o clube teria que pagar um valor de entrada em R$ 9.200,00 à empresa, além de R$ 4.000,00 em honorários advocatícios aos credores.

O Vasco sofreu um pedido de penhora na última sexta-feira. A empresa “Irmãos Fernandes Comércio de Materiais de Construção LTDA-ME” entrou com o pedido devido ao não cumprimento do acordo judicial firmado em fevereiro deste ano. Nos autos, a empresa alega que o débito é de R$ 38.943,52. A ação refere-se a uma dívida do clube pela compra de 570m³ de areia lavada em janeiro de 2019.

Em fevereiro, as partes entraram em acordo, homologado na 28ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ). O Cruz-Maltino acertou o pagamento da dívida, que teve, na época, teve o valor atualizado para R$ 44.000,00, em cinco parcelas no valor de R$ 6.160,00. Além disso, o clube teria que pagar um valor de entrada em R$ 9.200,00 à empresa, além de R$ 4.000,00 em honorários advocatícios aos credores.

No pedido de penhora, a empresa alega que “considerando que a executada não retornou com qualquer possibilidade de pagamento voluntário, mesmo após o retorno do Futebol, inclusive com contratações e pagamentos altíssimos sendo ventilados na imprensa, como por exemplo a recente oferta de R$ 17 Milhões de Reais pelo jogador Benitez”.

Fonte: Esporte News Mundo