Diretoria do Vasco vê como remota possível nova eleição

A diretoria do Vasco da Gama considera como remota a possibilidade de uma nova eleição acontecer em São Januário.

A eleição presidencial do Vasco não acabou. Na próxima quarta-feira acontecerá um julgamento no Tribunal de Justiça do Rio para analisar os recursos que deram o efeito suspensivo sobre a anulação do pleito de dezembro de 2017. Se forem mantidos, a eleição seguirá valendo. Caso contrário, retorna a anulação e a necessidade de nova data para votação na Assembleia Geral.

A divulgação da data ocorre três semanas após o Ministério Público do Rio apresentar denúncia contra Sérgio Murilo Andrade, ex-chefe do setor de cobranças do Vasco, acusado de praticar fraude na data de admissão de sócios para torná-los aptos a votar no pleito de 2017, o que reforça a tese de que houve falha no processo que elegeu Alexandre Campello.

A realização de uma nova eleição é considerada possibilidade muito remota para a diretoria do Vasco. A união algumas correntes políticas de São Januário em torno da defesa do mandato de Campello até 2020 deu corpo aos movimentos jurídicos da atual diretoria. O grupo "Sempre Vasco", de Julio Brant, por sua vez, acompanha atentamente o desdobramento das decisões na Justiça.

Além da ameaça de a eleição ser anulada, Campello segue sob a mira do grupo "Identidade Vasco", de Roberto Monteiro, presidente do Conselho Deliberativo, e de Edmílson Valentim, presidente do Conselho Fiscal. Internamente, a tese de gestão temerária segue sendo trabalhada, reforçada pelos constantes atrasos salariais.

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