Diretor jurídico do Vasco fala sobre cobrança de R$ 290 mil do MPDFT

Mauricio Corrêa da Veiga comentou indenização que o Vasco da Gama recebeu por confusão em clássico no Mané Garrincha.

O Vasco recebeu um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) do MP-DF (Ministério Público do Distrito Federal) para que pague uma indenização de R$ 290 mil por supostos episódios de violência durante a partida contra o Flamengo, no dia 15 de setembro de 2018.

No processo administrativo instaurado, o Ministério Público alega que não foram observadas as normas previstas no Estatuto do Torcedor, colocando a segurança dos torcedores tanto do Vasco quanto do Flamengo em risco.

No entanto, o diretor jurídico cruzmaltino e sócio do Corrêa da Veiga Advogados, Mauricio Corrêa da Veiga, afirma que o clube entende que o TAC não é correto.

"Todas as providências como mandante foram providenciadas, como solicitação de efetivo de PM, brigadistas, ambulância e etc. Mesmo o Vasco tendo comercializado o mando de campo, a entidade de administração do Desporto, no Distrito Federal, também é responsável", pontuou.

O advogado ainda ressaltou que o Vasco entende que não houve nenhum episódio de violência, razão pela qual não há que se falar em multa. "Eventuais melhorias na organização do evento e acesso ao estádio podem sempre ser buscadas, mas não houve nenhum episódio ensaiador de dano a ser reparado à coletividade", finalizou Mauricio.

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