Derrota do Vasco teve zaga em colapso, Marrony sozinho e ataque mal

O Vasco da Gama cometeu erros, não conseguiu fazer uma boa atuação e foi derrotado pelo Flamengo no segundo jogo da final.

O prejuízo foi grande. Precisar tirar dois gols, no próximo domingo, para levar a disputa para os pênaltis. Ou vencer por três gols de vantagem para conquistar o título do Campeonato Carioca no tempo regulamentar. E o pior: após atuação das piores do Vasco no ano. Se não a pior.

Solidão

Enquanto esteve em campo, Marrony foi a maior esperança de um dia bom para o Vasco. Equilibrou duelos com Pará, atraiu a marcação também de meio-campistas e gerou perigo. Mas esteve sozinho.

Um tempo para cada

Bruno César começou o jogo e, apesar de uma boa jogada, no início da partida, mostrando mobilidade, parou por aí. Foi para lá de discreto e deu lugar a Lucas Santos, que havia iniciado o duelo contra o Avaí, na última quarta-feira. Mas o time, incrivelmente, piorou.

Cadê?

Os primeiros dez minutos do segundo tempo foram de absoluto colapso defensivo do Vasco. Numa série de cruzamentos à era de Fernando Miguel, primeiro Leandro Castan não subiu com Gabigol; na segunda e na terceira vez, Rodrigo Caio subiu sozinho; na quarta, o gol rubro-negro se consumou. E outros erros seriam notados ao longo do jogo.

Bagunça

O desenho tático do time de Alberto Valentim foi, no primeiro tempo, o tradicional: Raul e Lucas Mineiro alinhados; à frente deles, Yago Pikachu à direita, Bruno César centralizado e Marrony pela esquerda; e Maxi López avançado. Só que como o time piorou no segundo tempo - não necessariamente apenas pela substituição de Bruno César por Lucas Santos - Yago Pikachu virou o meia central e Lucas passou à ponta. Também não deu liga. No fim do jogo, já com Tiago Reis e Yan Sasse em campo, houve novas mudanças. Nada que melhorasse de maneira eficiente a atuação vascaína.

Dominado

No primeiro tempo, o Vasco não conseguiu fazer mais do que se aprontar para os contra-ataques. Porém, os números finais - do site Footstats - comprovam um domínio absoluto do rival: menos de 40% de posse de bola, apenas uma finalização no gol, quase a metade do número de passes certos do rival (243 a 488) e o volume de ações vistas.

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