Declarações de Vanderlei Luxemburgo após o jogo contra o Botafogo

Confira abaixo as declarações do técnico Vanderlei Luxemburgo após o jogo contra o Botafogo, em São Januário, pelo Brasileiro.

Vanderlei fala por aqui: "Boa noite a todos. Fizemos dois gols muito rápido e tomamos um gol de bola parada. Aí as pessoas falam isso. Treinamos para caramba isso. O Botafogo tem uma bola parada. Tem o Cícero, jogadores que entram bem. Às vezes é virtude do outro".

Sobre a estratégia: "O Botafogo criou uma estratégia de jogo em que a bola ia muito por cima, no Diego. O Diego é muito forte, pesado, e disputa muito bem a bola em cima. Corrigimos no intervalo, porque estavam preocupados em marcar Diego. Passamos a fechar a segunda bola".

Vanderlei: "Tivemos atuação de clássico. Erramos, acertamos. Sabíamos que era um jogo decisivo. Colocamos oito pontos na zona de rebaixamento e sete pontos para a Libertadores. Agora, temos de pensar como sempre pensei. Ainda não saímos da confusão, mas avançamos".

Vanderlei: "Cabeça de quem joga no Vasco é uma cabeça de grandeza. Queremos sair da zona da confusão, não saímos ainda, mas começo a dar uma olhadinha para cima. Tenho de olhar para onde estou mais próximo. Vou olhar para cima, com respeito, trabalho".

Vanderlei: "Fico muito feliz quando vejo o Bruno, 17 anos, nem aí para o jogo. O Pec também, a mesma coisa. Entra no jogo e parece que está jogando futebol há muito tempo. Esse é o trabalho que pode recuperar o Vasco. Jovens jogadores sendo lançados".

Vanderlei: "Foi boa também a entrada do Guarín. Acho que já deu para mostrar a qualidade dele. Jogador que eu não teria medo algum de botar 15 ou 20 minutos para jogar. O lastro e a experiência que ele tem, a força física, nenhum problema".

Vanderlei sobre o clima em São Januário nos últimos jogos: "Jogar aqui é muito difícil para o adversário quando a torcida está assim. Não com território hostil, mas jogando conosco".

Vanderlei brinca: "Quando a torcida vaiou o Henrique, espera aí. Quando o cara errar um lance, faz parte. Temos de entender que o jogador de futebol erra, também. Não pode crucificar o jogador. Quem vou botar para jogar? Eu não jogo! Tenho mais de 67 anos. Só se for bocha".

Luxemburgo fala sobre a rotina de jogos fora de casa: "Vamos ficar aqui segunda, depois de Porto Alegre, terça o dia todo, para dar um beijinho na mulher. Se não, dá ladrão, né? (risos). Depois, vamos para Fortaleza".

Sobre o clima no dia a dia: "A vitória te dá confiança. Isso te ajuda a produzir. Ajuda a produzir mais. Internamente, sempre pensamos que temos a obrigação, a responsabilidade profissional de tirar o Vasco da confusão. Isso é o compromisso".

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