Confira 7 curiosidades sobre o Defensa y Justicia, rival do Vasco na Sul-Americana

O Defensa y Justicia, rival do Vasco da Gama na Sul-Americana, já teve a ajuda do ex-jogador Maradona e Andrés Rios.

França Fernandes
Por França Fernandes
-  26 de novembro de 2020 às 11:48-  Atualizada em 26 de novembro de 2020 às 20:40
Defensa y Justicia vive má fase recente
Defensa y Justicia vive má fase recente (Divulgação/Conmebol)
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O Vasco enfrenta hoje, às 21h30 (horário de Brasília), o Defensa y Justicia, em Buenos Aires (ARG), pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa Sul-Americana. O time argentino, de nome pitoresco, carrega uma série de curiosidades, e o UOL Esporte traz sete delas para o vascaíno já ir se familiarizando com o adversário.

Maradona já ajudou torcedores do Defensa

Mesmo nunca tendo jogado pelo Defensa y Justicia, Maradona possui uma pequena história com o clube. Em 1992, seu irmão Lalo atuava pela equipe e o ídolo argentino resolveu dar uma “forcinha” aos torcedores da agremiação.

Eles tinham viajado até Santa Fé (ARG) para uma partida contra o Colón, mas uma forte tempestade fez com que o jogo fosse adiado. Foi então que “Don Diego” decidiu pagar a estadia deles para que permanecessem na cidade.

Andrés Rios saiu do Defensa para o Vasco

Um jogador que teve destaque no Defensa y Justicia e que o torcedor cruz-maltino conhece bem é Andrés Rios. O atacante argentino chamou a atenção do Vasco em 2017 e acabou sendo contratado pelo clube de São Januário naquele mesmo ano, permanecendo até 2018. Atualmente ele defende o San Jose Earthquakes, da Major League Soccer (MLS-EUA).

Carrasco do São Paulo

O Defensa y Justicia passou a ser mais conhecido do torcedor brasileiro após eliminar, de forma surpreendente, o São Paulo da Copa Sul-Americana de 2017 em pleno Morumbi (SP). Aquela tinha sido a primeira participação do time argentino em uma competição internacional em sua história.

Beccacece era o treinador

O treinador daquela equipe de 2017 era Sebástian Beccacece, ex-auxiliar de Jorge Sampaoli e que já chegou a ser sondado por alguns clubes brasileiros. Atualmente ele comanda o Racing, tradicional clube argentino que está nas oitavas de final da Copa Libertadores contra o Flamengo.

Agora quem comanda é Crespo

Atualmente a equipe é comandada por Hernán Crespo, famoso ex-atacante da seleção argentina e que também tem passagens por clubes como Inter de Milão, Milan, Lazio, Parma, Chelsea, River Plate, entre outros.

O treinador, no entanto, não está bem no Campeonato Argentino e seu time não vence há cinco partidas.

Como surgiu o nome?

A origem do Defensa y Justicia é de 1935, quando o time ainda era conhecido como “Clube do Carro Velho”, em função de, próximo ao campo, existir uma carcaça de um automóvel abandonado que servia como uma espécie de vestiário para os jogadores.

Com o crescimento da agremiação, sócios decidiram se reunir para dar um nome oficial à equipe. Um secretário, então, passou a defender uma sugestão e um dos presentes comentou: “que defesa e justiça!”. A expressão caiu no agrado de todos e assim o clube foi batizado.

Cor da camisa é por conta de patrocinador

Apesar das cores verde e amarela do uniforme principal, o Defesa y Justicia não fez nenhuma homenagem ao Brasil. Inicialmente, o clube utilizava o azul e o branco, mas em 1981, para combinar com as cores de um antigo patrocinador, decidiu adotar o visual que permaneceu até hoje.

Fonte: Uol

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