Adriano Mendes projeta futuro financeiro do Vasco; nova queda atrapalharia?

O VP de controladoria do Vasco, Adriano Mendes, fez uma projeção financeira positiva, e explicou como uma nova queda afetaria.

O vice-presidente de controladoria do Vasco da Gama, Adriano Mendes, participou na noite da última quinta-feira (20) do “Tá Na Rede”, o novo podcast da jornalista Camila Carelli, na Rádio Globo.

O futuro financeiro do Vasco

Na conversa, Adriano Mendes fez uma projeção positiva em relação às finanças do Vasco nos próximos anos, pagando dívidas, tendo superávits, além de possuir um CT de primeiro mundo. Com isso, ele vê o Gigante da Colina voltando a figurar entre os gigantes do país.

“Nossa meta, que a gente acredita e vai lutar para chegar em 2020 pagando tudo o que tem que pagar, mudando a visão do que o Vasco é como credor, ou seja, o Vasco será um bom pagador e sobrando R$ 30 milhões no mínimo, para de forma crescente, que até 2023 o Vasco tenha um patamar de superávit de R$ 60 ou R$ 70 milhões, dívidas equacionadas e CT de primeiro mundo já construído. A partir daí, o Vasco volta a ser o que sempre foi, um dos gigantes financeiros e institucionais no Brasil”, contou o VP.

Um novo rebaixamento afetaria o planejamento, Adriano?

Questionado pela jornalista em relação ao impacto de um possível novo rebaixamento no planejamento financeiro, Adriano Mendes explicou e disse que, como pega o Vasco num momento de reestruturação financeira, influencia sim, atrasando o cenário pretendido, mas contou que existe um plano para encarar a situação.

“A recuperação do Vasco é viável em vários cenários. Esse que eu falei, evidentemente não é um Vasco vencedor como eu gostaria, no futebol, de ganhar títulos, mas com participação digna e não contempla nenhum descenso na Série A. Até porque vai muito além da questão institucional ou esportiva. No novo contrato com a Globo da receita nossa, ele tem um custo financeiro elevado, a gente perde grande da parte das receitas temos direito enquanto não participarmos da Série A. Como pega num momento de reestruturação financeira, o encaixe de uma perda de receita é muito mais difícil, agora temos sim um cenário para uma possível queda, existe um plano para encarar. Com isso o cenário inicial que falei seria atrasado”, explicou Adriano.

No comando da nova gestão, que assumiu em janeiro, o Vasco tem um longo caminho pela frente visando a sua recuperação dentro e fora de campo. O trabalho realizado na parte administrativa do Gigante da Colina vem observando com cuidado os resultados da equipe vascaína, sabendo da importância do sucesso nos gramados para o que vem sendo planejado em relação às finanças.

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