Nomeação de eméritos e beneméritos gera novo atrito político no Vasco

Diretoria e oposição do Vasco tem nova confusão após nomeações de novos sócios eméritos e beneméritos do Clube.

As últimas nomeações de sócios eméritos e beneméritos do Vasco gerou novo choque entre a diretoria e a oposição do clube, que alega uma série de irregularidades na lista da diretoria. Chamou a atenção a presença de Álvaro Miranda, filho do presidente Eurico Miranda, e Carlos Leite, agente de jogadores, entre os novos beneméritos.

A oposição promete entrar na Justiça para questionar os critérios que foram usados pela diretoria. De acordo com o estatuto do clube, os sócios precisam acumular benfeitorias para crescer de categoria: de sócio emérito para benemérito e, em seguida, grande benemérito.

O primeiro fica livre de mensalidades. Já o segundo e o terceiro passam a ter o direito de fazer parte do Conselho Deliberativo do clube, que é responsável pela eleição para presidente, o que deve acontecer em janeiro.

Depois da eleição entre os sócios, prevista para novembro, o pleito no Conselho é uma espécie de segundo turno na definição da presidência do Vasco. A chapa vencedora da eleição entre os sócios entra com 120 membros e a segunda colocada, 30. Esses 150 se juntam a até outros 150 conselheiros natos, beneméritos e grandes beneméritos do Vasco.

Até o mês passado, haviam 20 vagas abertas dentro desses 150 conselheiros natos. A diretoria nomeou 17 novos beneméritos, que ocuparão esses lugares, e depois tentou emplacar mais 26, o que completaria as três vagas restantes e ainda criaria uma gordura de 23 nomes para o caso de morte de algum conselheiro atual.

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